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Vivemos no Brasil, desde março de 2020, em um contexto pandêmico, com uma grave crise sanitária, e consequentemente, social, política e econômica. Planejar cenários de recomeços em meio a esse ambiente, é algo extremamente complexo e incerto, o que gera instabilidade, preocupação e talvez até pessimismo no setor industrial e comercial do país.
Destaca-se que em 1929, os Estados Unidos viveram uma das maiores crises econômicas mundiais, a Crise de 29. Decorrente da grande expansão de crédito por meio de oferta monetária, a também chamada “Grande depressão” impactou o mundo inteiro, gerando desemprego, falências de empresas, e a pobreza em grande parte da nação americana. Semelhante a essa situação, o Brasil vive um momento crítico enfrentando a pandemia do covid-19, vez que o desemprego se faz cada vez mais presente nas vidas dos brasileiros, as empresas não tem muitas perspectivas de futuro, o que impacta no âmbito social, e especialmente, nas condições financeiras dos cidadãos.
Além disso, algo que pode agravar a crise econômica no Brasil, em meio a pandemia, é a estagnação social e como consequência, o aumento de trabalhos informais e mal remunerados. A partir do momento em que se diminui a oferta de empregos, a população se sente desamparada e busca condições, muitas vezes pouco favoráveis, para garantir a própria sobrevivência. Um exemplo disso são os trabalhos realizados por “delivery” ou através de aplicativos digitais. Segundo o site Censo 2021, do IBGE, no trimestre de outubro de 2020, houve um aumento da população ocupada em relação ao trimestre anterior, porém ressalta que a maior parte do aumento no número de ocupados veio do trabalho informal, ou seja, de profissionais sem carteira assinada e/ou sem remuneração.
Assim sendo, concluo que para o enfrentamento dos desafios na crise econômica no Brasil atual, são necessárias a vacinação em massa, garantindo a saúde e a segurança da população, o apoio financeiro e investimentos tecnológicos que auxiliem a melhora, por parte do Ministério da saúde e do Governo Federal, respectivamente. Desta forma, conseguiremos uma melhora na economia.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Muito se tem discutido, recentemente, acerca das d[…]

nycolas2005 , muito obrigada, fico feliz pela cor[…]

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