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A Constituição Federal de 1988 — Lei fundamental e suprema do Brasil — estabelece que todos têm direitos a uma saúde digna e isso implica, entre outros fatores, na segurança alimentar. Entretanto, na sociedade brasileira hodierna, em situação de pandemia, verifica-se que esse direito, tido como fundamental, não abrange toda a população. Assim, não só a ineficiência estatal, como também a grande desigualdade catalisam essa problemática.

A priori, a falta de ações eficientes do governo federal formenta o momento caótico no país. Isso porque, apesar do Poder Executivo ter criado o Auxílio Emergencial (projeto de ajuda econômica aos mais necessitados), ele não atinge o verdadeiro público alvo e não proporciona o financiamento necessário à sobrevivência. Bem como afirmou Gilberto Dimenstein, em sua obra "Cidadão de Papel", a legislação brasileira é ineficaz, visto que, embora aparente ser completa na teoria, não se concretiza na prática devido a falta de mecanismos e verbas. Dessa forma, demanda-se uma maior proatividade do Estado em relação a essa questão.

Outrossim, observa-se que há a acentuação do abismo socioeconômico brasileiro. Uma vez que, em decorrência do isolamento social, muitas empresas tiveram que fechar para se precaver do vírus. Consequentemente, parte do corpo social entrou em situação de desemprego, sem fonte de renda. Aliado a isso, a inflação cresceu significativamente e os preços dos produtos alimentícios dispararam. Diante disso, muitos indivíduos não possuem as condições para uma boa alimentação.

Destarte, tanto a ineficiência por parte do governo, quanto a desigualdade social cristalizam a falta de manutenção da saúde nutricional dos brasileiros na pandemia. 0ara reverter esse quadro, é preciso que o Ministério da Economia — conjuntamente com o Ministério da Saúde — reestruture o Auxílio Emergencial, de forma que forneça mais dinheiro e seja mais acessível, proporcionando uma vida digna às pessoas. Além disso, as empresas e o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) podem negociar os termos do seguro desemprego para que os trabalhadores tenham uma fonte de renda. Só assim, os direitos da Constituição Federal serão amplos e garantidos para todos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Olá, Bia. A sua redação n&at[…]

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eurodrigo Obrigado pela avaliaçã[…]

oii, estou de volta pessoal!!! Gostaria que corrig[…]

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