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#65572
O chamado "iToilet" - presente no Japão - é um vaso sanitário inteligente conectado à internet, que realiza diversas funções não tradicionais, como a descarga automática via sensores. Entretanto, percebe-se que tal instrumento, bem como outras tecnologias, não aparece em países subdesenvolvidos como o Brasil, por conta da dificuldade da estruturação da Internet das Coisas (IoT) - conceito referente à conexão de rede em objetos e utensílios casuais - nesses solos historicamente instáveis. Com isso, é preciso entender os desafios dessa difusão: a discrepância social e o atraso tecnológico.

Sob essa perspectiva, cabe discutir a respeito da desigualdade social como um desses obstáculos. Como validação do discurso, a série brasileira "3%" abrange um universo dividido em dois polos: o mar alto e o continente, futurístico e precário, respectivamente. Fora das telas, a realidade brasileira não se distancia desse cenário, afinal, segundo o IBGE, um quarto da população vive na pobreza e em constante luta por um prato de comida, diferentemente de outra parcela - reduzida a 20% - que possui acesso consistente à tecnologia. Dessa forma, a sedimentação da IoT no Brasil é mantida em segundo plano, já que grande parte desse povo marginalizado nem sequer tem acesso à internet. Logo, para avançar, é preciso parar de regredir.

Em somatório, é importante compreender a história brasileira e o seu atraso tecnológico, também, como um desafio. Para isso, faz-se necessária a lembrança da Revolução Industrial, na qual, enquanto países - como a Inglaterra - se desenvolviam, o Brasil era uma colônia comodista em meio à produção manufatureira latifundiária. Nessa cronologia, é entendível que um dos motivos do atual retardo nacional em relação às potências mundiais (em exemplo, o Japão) vem desde as raízes, passado esse que transformou uma das maiores economias do século XVII em uma desestruturada no atual XXI. Ademais, tal conjuntura também é resultado da má gestão atemporal dos governos, a qual segue distanciando a educação tecnológica do povo, por conta da falta de investimentos assertivos nesse setor. Assim, a história explica e o presente comprova.

Dessarte, medidas devem ser tomadas para atenuar a problemática. Por isso, os Ministérios da Economia e Educação, aliados à VIVO e à Claro, devem criar a campanha "Tecnologia para fora da bolha", por meio da distribuição gratuita de wi-fi em comunidades e, também, de um plano econômico desenvolvedor de empresas - com enfoque na IoT - que destinem, pelo menos, 70% dos empregos à população de baixa renda. Além disso, com o mesmo objetivo de difundir a internet e as suas ferramentas pela nação, seria introduzida a disciplina "Ensino Tecnológico" - ministrada por técnicos-informacionais - nas escolas públicas e privadas. Em efeito, o "iToilet" tornar-se-á comum no Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 197

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 197

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 197

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#65573
Bom dia; boa tarde; boa noite, corretores(as) queridos(as)! Tudo certo com vocês?

Então, produzi mais uma redação e gostaria, novamente, das suas opiniões. Poderiam dar uma analisada no texto e pontuá-lo quando possível, amores?

Grato! :D

@Ashiley, @sixthero, @jherodrigues, @3m1ly, @Helenamora, @Felipe082 (não sei se você está corrigindo, mas kkkk, se estiver de olho na página, dá uma passada aqui :roll:)
#65596
Oi, @eurodrigo! Vou fazer uma correção. Já adianto que, para mim, sua redação é nota 1000 mais uma vez. Sem dúvida, há algumas falhas, mas nada que seja o suficiente para justificar uma penalização. Você está em um patamar altíssimo. Meus parabéns! :)

O chamado "iToilet" - presente no Japão - é um vaso sanitário inteligente conectado à internet, que realiza diversas funções não tradicionais, como a descarga automática via sensores. Entretanto, percebe-se que tal instrumento, bem como outras tecnologias, não aparece em países subdesenvolvidos como (1) o Brasil (2), por conta da dificuldade da estruturação da Internet das Coisas (IoT) - conceito referente à conexão de rede em objetos e (3) utensílios casuais - nesses solos historicamente instáveis. Com isso, é preciso entender os desafios dessa difusão: a discrepância social e o atraso tecnológico.

Sob essa perspectiva, cabe discutir a respeito da desigualdade social como um desses obstáculos. Como (4) validação do (5) discurso, a série brasileira "3%" abrange um universo dividido em dois polos: o mar alto e o continente, futurístico e precário, respectivamente. Fora das telas, a realidade brasileira (6) não se distancia desse cenário, afinal, segundo o IBGE (7), um quarto da população vive na pobreza e em constante luta por um prato de comida, diferentemente de outra parcela - reduzida a 20% (8) - que possui acesso consistente à tecnologia. Dessa forma, a sedimentação (9) da IoT no Brasil é mantida em segundo plano, já que grande parte desse povo marginalizado nem sequer tem acesso à internet. Logo, para avançar, é preciso parar de regredir (10).

Em somatório, é importante compreender a história brasileira e o seu atraso tecnológico, também, como um desafio. Para isso, faz-se necessária a lembrança da Revolução Industrial, na qual, enquanto países - como a Inglaterra - se desenvolviam (11), o Brasil era uma colônia comodista (12) em meio à (13) produção manufatureira latifundiária. Nessa cronologia, é entendível que um dos motivos do atual retardo nacional em relação às potências mundiais (em exemplo (14), o Japão) vem desde as raízes, passado esse que transformou uma das maiores economias do século XVII em uma desestruturada no atual XXI. Ademais, tal conjuntura também é resultado da má gestão atemporal (15) dos governos, a qual segue distanciando a educação tecnológica do povo, por conta da falta de investimentos assertivos nesse setor (16). Assim, a história explica e o presente comprova (17).

Dessarte, medidas devem ser tomadas para atenuar a problemática. Por isso, os Ministérios (18) da Economia e (19) Educação, aliados à VIVO e à Claro, devem criar a campanha "Tecnologia para fora da bolha", por meio da distribuição gratuita de wi-fi em comunidades e, também, de um plano econômico desenvolvedor de empresas - com enfoque na IoT - que destinem, pelo menos, 70% dos empregos à população de baixa renda. Além disso, com o mesmo objetivo de difundir a internet e as suas ferramentas pela nação, seria (20) introduzida a disciplina "Ensino Tecnológico" - ministrada por técnicos-informacionais - nas escolas públicas e privadas. Em efeito, o "iToilet" tornar-se-á comum no Brasil.

(1) Repetição próxima de "como".
(2) O Brasil é um país em desenvolvimento.
(3) Faltou um "em" aqui. Atenção ao paralelismo sintático.
(4) Outra repetição próxima de "como".
(5) Seria melhor substituir "do" por "desse".
(6) Repetição próxima de "brasileira".
(7) Da primeira vez que você menciona uma sigla, o ideal é escrever o nome completo: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
(8) Reveja a escolha vocabular. A expressão "reduzida a" transmite a ideia de que essa porcentagem diminuiu.
(9) Cuidado com coloquialidades.
(10) Isso soa um pouco como uma frase de efeito, o que faz com que o seu fechamento pareça genérico. Conclua o parágrafo com algo específico, que tenha uma relação estreita com o seu argumento central.
(11) O correto, nesse caso, é "desenvolviam-se". Atenção à colocação pronominal.
(12) Deixe mais claro para o leitor o que esse termo significa no contexto em que foi utilizado.
(13) Não entendi o sentido que você pretendia dar a essa expressão.
(14) Conheço "por exemplo", "como exemplo" e "a exemplo de", mas não "em exemplo". Se está errado, eu não sei. Pesquisei e não encontrei nada.
(15) Eu entendi o que você quis dizer, porém sugiro que a escolha vocabular seja revista.
(16) Eu tiraria essa frase ou a conectaria mais fortemente ao restante do parágrafo. Da forma que você escreveu, parece que você saiu levemente do foco da argumentação.
(17) Digo sobre esse fechamento o mesmo que eu disse sobre o outro.
(18) Acredito que o correto, nesse caso, seja "ministérios". Se não me engano, a inicial maiúscula só é utilizada quando você está citando um único ministério. Por exemplo: em "A má gestão do Ministério do Meio Ambiente contribui para o desmatamento", a inicial é maiúscula; já em "Os ministérios do atual Governo Federal são mal administrados", a inicial é minúscula.
(19) Faltou um "da" aqui. Novamente, atenção ao paralelismo sintático.
(20) Afirme: "será", e não "seria".
#65602
Achei que investiu muito em repertório, principalmente no D1. Tem que focar na argumentação.
Na conclusão a arrematação do tema está bem generalizada, podia retomar mais ao tema.
No lugar das empresas vivo e claro, podia citar a Anatel.
#65609
Felipe082 escreveu:Oi, @eurodrigo! Vou fazer uma correção. Já adianto que, para mim, sua redação é nota 1000 mais uma vez. Sem dúvida, há algumas falhas, mas nada que seja o suficiente para justificar uma penalização. Você está em um patamar altíssimo. Meus parabéns!
Opa, Felipe! Agradeço demais pelas observações extremamente cirúrgicas. Todos esses comentários, com certeza, serão de grande ajuda. :D
Felipe082 escreveu:(1) Repetição próxima de "como".
Felipe082 escreveu:(6) Repetição próxima de "brasileira".
Eu notei essas repetições logo depois que enviei a redação para a correção no Red Online. Fiquei agoniado kkkkk, mas como não curto mascarar o texto, deixei esses e alguns outros erros que encontrei.
Felipe082 escreveu:(3) Faltou um "em" aqui. Atenção ao paralelismo sintático.
Eu NUNCA percebo isso enquanto escrevo. Vou ficar mais atento! :roll:
eurodrigo escreveu:(7) Da primeira vez que você menciona uma sigla, o ideal é escrever o nome completo: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Então, pelo que fui orientado, não há necessidade de escrever o nome completo quando a sigla já é muito "batida" entre as pessoas. Isso poupa espaço também, sabe? Porém, vou ficar de olho nas próximas. ;)
eurodrigo escreveu:(8) Reveja a escolha vocabular. A expressão "reduzida a" transmite a ideia de que essa porcentagem diminuiu.
Essa foi a minha intenção. A porcentagem inicial é de 1/4 (25%) e a outra, de 20%. Por isso, então, usei o "reduzida a" para demonstrar o novo valor integral. "reduzida em" seria viável para uma subtração em percentual. Acredito que seja isso, pelo menos. Era essa a sua observação?
Felipe082 escreveu:(13) Não entendi o sentido que você pretendia dar a essa expressão.
O Brasil permaneceu como uma Colônia por muitos anos, inclusive durante a primeira fase da Revolução Industrial. Durante essa, o país não investia em novidades tecnológicas que surgiam, mas sim acomodava-se na produção manufatureira via latifúndios, que inclusive veio a falir por conta da adaptação do mercado, fazendo a nossa belíssima nação ficar para trás e buscar novas possibilidades: a mineração. Acho que expliquei direitinho. :?
Felipe082 escreveu:(14) Conheço "por exemplo", "como exemplo" e "a exemplo de", mas não "em exemplo". Se está errado, eu não sei. Pesquisei e não encontrei nada.
Já vi essa expressão em algum local, mas não me recordo se está certa ou não kkkkkkk. Vou conferir.
Felipe082 escreveu:(16) Eu tiraria essa frase ou a conectaria mais fortemente ao restante do parágrafo. Da forma que você escreveu, parece que você saiu levemente do foco da argumentação.
Felipe082 escreveu:(17) Digo sobre esse fechamento o mesmo que eu disse sobre o outro.
Esse tipo de fechamento é uma recomendação do meu professor. Eu gosto até... acho que traz uma finalização crítica, como se fosse mesmo uma frase de efeito. Porém, vou estudar mais sobre isso.
Felipe082 escreveu:(18) Acredito que o correto, nesse caso, seja "ministérios". Se não me engano, a inicial maiúscula só é utilizada quando você está citando um único ministério. Por exemplo: em "A má gestão do Ministério do Meio Ambiente contribui para o desmatamento", a inicial é maiúscula; já em "Os ministérios do atual Governo Federal são mal administrados", a inicial é minúscula.
Boa observação! Vou pesquisar sobre isso. :P

Valeu mesmo, Felipão! Objeções muito pertinentes. Vou analisar uma a uma e tentar melhorar. Conto com você nas próximas, ok? Hehehe! :D
#65612
jherodrigues escreveu:Achei que investiu muito em repertório, principalmente no D1. Tem que focar na argumentação.
Na conclusão a arrematação do tema está bem generalizada, podia retomar mais ao tema.
No lugar das empresas vivo e claro, podia citar a Anatel.
Ótimos comentários, jhe!

No D1, eu achei a minha argumentação consistente. Acredito que os repertórios apenas confirmaram o ponto de vista. Entretanto, entendo a sua objeção e acho, sim, pertinente. Vou tentar abordar mais a problemática nas próximas. :roll:

Na conclusão, sobre a arrematação, realmente, poderia ser melhor. A respeito das empresas, a Anatel é uma boa possibilidade, não pensei nisso - foquei nas "mais conhecidas" desse meio, por mais que privadas. Vou ficar de olho nisso! :D

Valeu, Jhe! :lol:
#65617
eurodrigo escreveu:Opa, Felipe! Agradeço demais pelas observações extremamente cirúrgicas. Todos esses comentários, com certeza, serão de grande ajuda. :D
Por nada. Fico feliz por ajudar! :D
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eurodrigo escreveu:Então, pelo que fui orientado, não há necessidade de escrever o nome completo quando a sigla já é muito "batida" entre as pessoas. Isso poupa espaço também, sabe? Porém, vou ficar de olho nas próximas ;)
Já vi tanto professores dizendo que há necessidade quanto professores dizendo que não há. Na dúvida, recomendo que você faça o seguinte: se você acha que o espaço vai ficar apertado, não escreva o nome completo; se você acha que o espaço não vai ficar apertado, escreva.
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eurodrigo escreveu:Essa foi a minha intenção. A porcentagem inicial é de 1/4 (25%) e a outra, de 20%. Por isso, então, usei o "reduzida a" para demonstrar o novo valor integral. "reduzida em" seria viável para uma subtração em percentual. Acredito que seja isso, pelo menos. Era essa a sua observação?
Era. Pensei que você tivesse escrito dessa maneira por engano, mas agora entendi o que você quis dizer. Perdão pelo meu equívoco ;)
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eurodrigo escreveu:O Brasil permaneceu como uma Colônia por muitos anos, inclusive durante a primeira fase da Revolução Industrial. Durante essa, o país não investia em novidades tecnológicas que surgiam, mas sim acomodava-se na produção manufatureira via latifúndios, que inclusive veio a falir por conta da adaptação do mercado, fazendo a nossa belíssima nação ficar para trás e buscar novas possibilidades: a mineração. Acho que expliquei direitinho. :?
Eu entendi o seu raciocínio, mas ainda não entendi muito bem por que você usou a expressão "em meio à".
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eurodrigo escreveu:Esse tipo de fechamento é uma recomendação do meu professor. Eu gosto até... acho que traz uma finalização crítica, como se fosse mesmo uma frase de efeito. Porém, vou estudar mais sobre isso.
Eu gosto bastante de finalizações críticas. Esse estilo que não me agrada. Prefiro quando a frase tem mais a ver com o argumento central do parágrafo. Mas quem sou eu para questionar o seu professor, né? :lol:
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eurodrigo escreveu:Valeu mesmo, Felipão! Objeções muito pertinentes. Vou analisar uma a uma e tentar melhorar. Conto com você nas próximas, ok? Hehehe! :D
Pode contar comigo, Rodrigão! :D
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#65620
Felipe082 escreveu:Eu entendi o seu raciocínio, mas ainda não entendi por que você usou a expressão "em meio à".
Aaaaah, agora entendi o seu ponto e realmente não fez muito sentido. Usei a expressão errada. Êeeeeh, falta de atenção insuportável. :?
Felipe082 escreveu:Mas quem sou eu para questionar o seu professor, né?
Não tem essa kkkkkk. Cada corretor tem uma opinião diferente e tá tudo bueno. Aliás, eu entendi totalmente essa sua visão. Você quer dizer que a finalização fica melhor quando trata diretamente da problemática, né? Ou seja, frases soltas distorcem o argumento. Faz muito sentido. Vou tentar aprimorar esse meu mecanismo.

Você é 10! :mrgreen:

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