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A constituição Federal de 1988,documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à segurança como inerente à todo cidadão brasileiro. Com quanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na pratica quando se observa os desafios no combate ao abuso sexual infantil no Brasil,dificultando, deste modo,a universalização desse direito social tão iimportante. Diante desses desafios, a omissão a família e a ausência do governo,formaram uns dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise,deve-se ressaltar a falta de medidas governamentais para combater a omissão da família. Nesse sentido,a falta do apoio da família a denunciar,vem sendo discutido pela sociedade. Em um caso de abuso sexual de uma criança, a babá relata que a menina estava sendo vítima de abuso pelo padrasto,e a mãe não denunciou o abusador por amor. Entretanto, nem todos casos é assim,possa ser que o abuso aconteça (no lar por algum parente) e a mãe nem saiba do ocorrido,por isso, acaba sendo um desafio maior para se combater essa exploração sexual. Essa conjuntura,segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke ,configura-se com uma violação do "contrato social" ,já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis,como a segurança, o que é evidente no país.
Ademais , é fundamental apontar a ausência do governo como impulsionador desses desafios no combate ao abuso sexual infantil na sociedade brasileira. Segundo dados sobre violência sexual infantil, cerca de 40% dos agressores tinham vínculo familiar com à vítima é aproximadamente 70%ocorreram na residência. Diante de tal exposto a falta da competência do poder público em escolher dados centralizados prejudica o combate. Logo,é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se , portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo crie um sistema exclusivo para monitoramento contra o abuso infantil. Cabe aos pais e educadores prestar mais atenção em alguns sintomas nas crianças, possa ser que elas estejam sofrendo abuso -no Brasil o realismo da infância e da adolescência exige que tenhamos atitudes firmes e responsáveis para denunciar qualquer tipo de abuso - afim de combater os desafios enfrentados ao abuso sexual infantil. Assim ,se consolidará uma sociedade mais tranquila, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social " ,tal afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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