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A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importantes do país, prevê em seu artigo 6° o direito à saúde como inerente a todo cidadão brasileiro, portanto tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil, dificultando deste modo a universalização deste direito social tão importante. Diante dessa perspectiva faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro. Em uma primeira análise, deve-se ressaltar ausência de medidas governamentais para combater a escassez desses recursos. Nesse sentido a desigualdade dos direitos só tendem a cair. Essa conjuntura segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do "Contrato Social" ja que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadões desfrutem de poderes indispensáveis, como a saúde social, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais é fundamental apontar o distanciamento de alunas no colégio por falta de absorvente para quem não tem condição de compra-los, como impulsionador de uma educação prejudicada no Brasil. Diante de tal exposto a falta de itens de higiene como, absorventes e coletores menstruais que são itens de luxo de realidade atípica que a população mundial vive. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar. Depreende-se portanto a necessidade de combater esses obstáculos.
Por isso é imprescindível que a organização Mundial da Saúde (OMS) torne disponível a distribuição desses produtos de higiene menstrual, assim como preservativos contra doenças sexualmente transmissíveis (DST), afim de que não se escolhe menstruar, tomando frente que mulheres possam viver tranquilamente em sociedade quando estiverem nesses períodos. Assim será considerada uma federação com mais igualdade e com recursos necessários para a população brasileira, onde está desempenhando corretamente seu "contrato social" tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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