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No livro “Ética a Nicômaco”, de Aristóteles, ele defende que a existência da política baseia-se na contribuição do bem-estar de todos os cidadãos. No contexto brasileiro atual, enfrenta-se um cenário de pobreza menstrual que prejudica a saúde pública. Esse problema advém da insuficiência de projetos públicos direcionados a saúde menstrual e da falta de infraestrutura brasileira.
Primordialmente, de acordo com um levantamento feito pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), 4 milhões de meninas não têm acesso a itens mínimos de cuidados menstruais e de higiene nas escolas. Diante desses dados alarmantes, a Câmara dos Deputados aprovou, no fim de agosto de 2021, um projeto de lei que cria o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual para assegurar a oferta gratuita de absorventes higiênicos femininos. Esse programa tem como intuito diminuir a pobreza menstrual no Brasil. O projeto foi aprovado pelo Senado e aguarda sanção presidencial.
Além disso, vale ressaltar que o cenário contemporâneo brasileiro é envolto de uma ampla desigualdade social, especialmente no setor de saneamento básico. De acordo com um relatório de maio de 2021 da UNICEF, 900 mil meninas não têm acesso à água canalizada e 6,5 milhões vivem em domicílios sem ligação à rede de esgoto sanitário. Por conseguinte, a falta de saneamento básico acarreta doenças e falta de administração da menstruação.
Diante dos argumentos apresentados, é fundamental que o Ministério da Saúde promova iniciativas de arrecadação por meio de publicidades em vínculos de informação e distribuição de produtos de higiene menstrual em postos de saúde, escolas, hospitais e ambientes de saúde pública, diminuindo a quantidade de meninas que não possuem itens mínimos de cuidados menstruais. Ademais, é um dever do Governo Federal investir e ampliar o saneamento básico em regiões carentes do país, intensificando a Política de Saneamento Básico para que os jovens consigam usufruir de seus direitos básicos de higiene.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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