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POBREZA MENSTRUAL NO BRASIL.

Na Constituição Federal de 1988, consta: ''todo cidadão tem direito a uma vida plena''. Entretanto, o quadro brasileiro de pobreza menstrual nos mostra uma ótica inversa, visto que, por conta de um tabu estruturado à respeito da saúde íntima feminina, perpetuam-se dois aspectos: a comercialização de absorventes íntimos e, por conseguinte, uma inacessibilidade à indivíduos de extrema pobreza na posse desse recurso.

Primordialmente, a falta de debates nas mídias sociais sobre os ciclos menstruais é grande responsável por estrutura-lo como anormalidade. Sendo assim, falar sobre a menstruação se torna algo de caráter vergonhoso, constrói uma invisibilidade acima dos problemas sociais e comercializa e estipula impostos à uma necessidade básica da saúde feminina: os absorventes. Nesse contexto, há uma oposição ao que Thomas Hobbes afirma, ''o estado é responsável por garantir o bem-estar da população''.

De forma análoga a isso, a atividade de venda de absorventes se apresenta na desigualdade social. Nesse contexto, dentre as 9 milhões de pessoas em quadro de extrema pobreza no Brasil, há mulheres que não possuem formas de cuidarem de seus ciclos menstruais, haja vista que, o ato de menstruar é algo biologicamente natural do ser humano. Logo, o direito desse cuidado é negligenciado à essa parcela populacional, sendo seu principal foco nas pessoas em situações de rua. Ademais, essa realidade deverá ser mudada para cumprir as diretrizes da Constituição Federal no que diz respeito ao direito de vida plena.

Portanto, é de cunho emergencial a mudança da realidade da pobreza menstrual da sociedade brasileira. Desse modo, o Governo Federal, juntamente ao Ministério da Saúde, há de incluir locais fixos de distribuição gratuita de absorventes de todos os tamanhos em postos de saúde, por meio de uma ação legislativa para desmembrar o item do mercado comercial para que, sendo legalizadamente possível o acesso para as mulheres. A mídia também deverá ser responsável para desfigurar o assunto como tabu, por meio de campanhas de conscientização do assunto para que a informação seja compartilhada. Tornando assim, a afirmação de Hobbes real na sociedade verde-amarela.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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