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Por KauannyKeury
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Entropia, na Física, trata-se da desordem molecular responsável pelo caos presente no Universo. Ao sair da área das Ciências da Natureza e adentrar o cenário vigente no que tange a questão da objetificação da mulher, é possível perceber a presença de uma desordem semelhante, esta gerada devido aos veículos midiáticos e à sociedade estruturalmente sexista, configurando assim, um desafio.
Em primeiro plano, é válido ressaltar que, após a 4a revolução industrial caracterizada pelo avanço tecnológico, a mídia repercutiu amplamente, e com ela, a propagação do corpo feminino como objeto consumível. Tal fato pode ser comprovado quando mencionados os comerciais de cerveja, a exemplo de marcas como a Itaipava, que até hoje utilizam a imagem mulheres de forma sexualizada como o foco de seus anúncios publicitários, persuadindo seus consumidores, os quais são homens, em sua maioria. Isso apenas reafirma a teoria de Adorno – filósofo da escola de Frankfurt – em que a imprensa tem por prioridade manipular as massas a qualquer custo, contanto que gere lucro. Diante disso, torna-se nítido a necessidade de fiscalização destes meios comunicativos a fim de findar a problemática.
Torna-se cabível, ademais, trazer à tona a responsabilidade do corpo social nesta questão, visto que esta encontra-se inserida em severos moldes patriarcais desde a ascensão lusitana nesta terra tupiniquim. Em meados do século XX, o Sociólogo Gilberto Freyre já denunciava a construção do objeto de desejo em torno do feminino em seu livro “Casa-Grande e Senzala” que mostrava o cotidiano ambientado no período colonial, o qual retratava mulheres, principalmente mestiças, com função exclusivamente sexual. Embora tenha sido escrita há quase 100 anos, a obra ainda consegue ser atual, pois, a sociedade brasileira sequer conseguiu evoluir neste quesito, frente a dados do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), em que cerca de 822 mil mulheres são estupradas por ano. Nasce, à vista disso, a urgência de encerrar este ideal social.
Portanto, cabe ao Estado – na função de interventor – fiscalizar os meios midiáticos, através do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), a fim de combater a persistente influência destes veículos. O Estado deve, também, através de parcerias com as escolas, promover campanhas que visem incentivar a mudança de pensamento desde a tenra idade acerca dos papéis sociais. Dessa forma, inibindo qualquer tipo de desordem na sociedade, limitando-a à definição de entropia.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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A Constituição Federal de 1988 assegura a todos os[…]

O artigo 4 da Declaração Universal dos Direitos Hu[…]

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