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#66110
A Constituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia do
sistema jurídico brasileiro, prevê em seu artigo 6°, o direito laboral como inerente
a todo cidadão. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase
na prática quando se observa os desafios e perspectivas da geração Z no
mercado de trabalho. Impossibilitando, sob esse viés, a universalização desse
sufrágio social tão imperioso. Cabe enfatizar o isolamento social e a falta de
ensinos preparatórios.
Em primeiro plano, é lícito salientar que muitos jovens por passar
tanto tempo na internet, tem dificuldades em se relacionar. Muitos costumam
isolar-se do mundo real criando uma barreira entre eles e o emprego almejado.
Segundo a compositora americana Libby Larsen, “O grande mito do nosso tempo
é que a tecnologia é comunicação”, essa lógica esclarece a ideia de que a
sociabilidade é a prioridade em meio as barreiras sociais de comunicação. No
entanto, se torna fundamental ser reestabelecida nas famílias brasileiras a
adoção dos princípios saudáveis de convívio, para assim, ter um melhor
rendimento laboral.
Hodiernamente, a busca por empregadores cada vez mais
capacitados é crescente, tendo em vista a exigência de experiência profissional.
Segundo Peter Drucker, a teoria de que o conhecimento dos trabalhadores é o
capital mais valioso de qualquer companhia. Entretanto, é notório a ausência de
instituições preparatórias para o mercado de trabalho, ocasionando no
desemprego dos que não se adequam aos requisitos, pois não obtiveram tempo
necessário para tais aperfeiçoamentos, devido à recente formação.
Depreende-se, portanto, a imprescindibilidade de se combater esses
obstáculos, para isso, é essencial que o MEC — Ministério da Educação —, crie
instituições de ensino preparatório voltado para o mercado de trabalho, por
intermédio de estimulação de conhecimentos através de matérias alternativas
como socialização e empreendimento, e dessa maneira, possa diminuir o
número de desemprego por falta de qualificação, para que assim, a teoria de
Drucker se torne uma realidade afetiva.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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