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Na distopia moderna da escritora Tahereh Mafi, estilhaça-me, há a representação do jovem personagem secundário e imigrante japonês Kenji, que ao desenvolver da história conta a dificuldade e preconceito que ele e sua família sofreram durante a adaptação ao setor 45, atual Estados Unidos, durante o processo eles foram alvos de agressões e atentados, que chegaram a levar a morte do pai do personagem. A máxima "a arte imita a vida" se mostra verdadeira visto que, essa história se reflete na vida de vários refugiados, que mesmo após conseguirem fugir do terror de sua terra natal, por falta de apoio continuam enfrentando diversas categorias de assédios, tanto físicos quanto morais. Que são reforçados por ideias descabidas de nacionalismos exacerbados de que os mesmos irão roubar os recursos que pertencem aos nativos da região.

Primordialmente, deve-se analisar que os refugiados deixam seus países, não por lazer, mas sim porque são obrigados por fatores externos e políticos, que em diversos casos até ameaçam a vida dos mesmos. O que em muitos momentos é ignorado e esquecido, fazendo com que eles sejam alvos de ataques, e sejam fortemente culpados por qualquer delito transgredido na atual localização. Um forte exemplo disso é a “fama” adquirida por todos os refugiados islâmicos, fazendo com que eles sejam vistos como terroristas e pessoas perigosas, como exemplificado na série norte-americana FBI, que em diversos episódios retrata como muitos refugiados e imigrantes sofrem um olhar de agressão e desconfiança sem qualquer motivo.

Outro fator ao qual deve-se dar atenção é a dificuldade que os refugiados enfrentam para abandonar sua pátria, uma vez que a grande maioria daqueles que procuram fuga do seu país, encontram como única solução para escapar os meios ilegais, que sem qualquer garantia ou segurança, em diversas situações se transformam em uma carta alto declarada de suicídio, um forte exemplo disso são os alarmantes números de corpos encontrados e perdidos em fronteiras de países utilizados como fuga.

Em vista dos fatos apresentados acima, e da evidente falta de apoio que essa parcela da população desenvolve, nota-se que uma solução se faz necessária, solução essa que não pode ser desenvolvida através de uma forma milagrosa, mas que através da criação um centro de abordagem universal, regido pela ONU, e com o apoio de Países que desenvolvem da capacidade de amparar essas pessoas, através de moradia e auxílio financeiro para a criação de centros espalhados por todo o globo, centros esses que despusessem de assistência para aqueles que precisam. Além do investimento na educação para que esse fantasma da xenofobia disfarçada de patriotismo possa sumir da mente da população, pois como afirmado pelo personagem fictício da Marvel, o rei T´Chaka em tempos de crise o mais sábio a se fazer é a construção de pontes.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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