• Avatar do usuário
#78295
A Constituição Federal de 1988, estabelece a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência, esta estabelece e assegura o exercício das liberdades fundamentais dos indivíduos com necessidades especiais, visando sua inclusão social. Contudo, observa-se que a prática destoa do documento, dado que no tocante aos atletas paraolímpicos, no Brasil, a resolução não é efetivada de modo pleno. Nesse sentido, o preconceito de parte da sociedade e o pouco investimento nas atividades paralímpicas são os impulsionadores desse problema.

Primeiramente, os portadores de deficiência são considerados por muitos como incapazes. Nessa perspectiva, o filósofo alemão Karl Marx constata que o valor do indivíduo em sociedade é referente a sua força de trabalho e ao que pode ou não adquirir. Essa premissa, é percebida pelo corpo societário brasileiro, sobretudo no esporte, no qual parte da comunidade com necessidades especiais é excluída, pois, suas diferenças anatômicas e psíquicas são vistas como desvantagem. Dessa forma, há uma perpetuação do preconceito e das desigualdades.

Outrossim, há uma escassa verba destinada aos esportes paraolímpicos, ainda que a Carta Magna de 1988, determine em seu artigo 217, o fomento por parte do Estado às práticas desportivas formais e informais. Essa situação, é notada pela condição precária dos centros de treinamento e pelos poucos recursos destinados aos jogadores para participar de campeonatos. Sendo assim, há uma manutenção dos empecilhos existentes na trajetória dos atletas nacionais e, ainda, impede a desconstrução de esteriótipos ligados às deficiências.

Infere-se, portanto, que a mídia atue na difusão de mensagens referentes aos vínculos sociais, através de peças publicitárias, as quais mostrem a importância do esporte para os PCD's e do caráter coletivo da sociedade, com fito de que os seres sejam mais empáticos com os outros. Ademais, é vital a ação do Ministério da Cidadania em união com o Comitê Paralímpico Brasileiro na criação de fundos orçamentários de esportes, mediante auxílios mensais aos jogadores, para que eles tenham condições de participar dos jogos e campeonatos paralímpicos.
@karenny
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

A luta em meio á reciclagem

No Brasil, é bem comum ver por aí ca[…]

A constituição Federal de 1988 (CFI8[…]

Outubro Rosa A prevenção ao c&ac[…]

A questão do lixo no Brasil

O filme "Wall-e" se passa em uma socieda[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM