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#65803
A Constituição Federal de 1988, prevê em seu artigo 205, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, essa igualdade embora formal, encontra-se longe do âmbito material, já que o uso de tecnologias no ensino educacional, está de forma desigual, pois segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o 2° pior ranking mundial em número de computadores por estudante e também sobre a conectividade das escolas, o país se encontra em 52° colocado. Nesse viés, essas estatísticas têm como base a falta de investimentos e a pouca formação docente, como impulsionador da persistência das dificuldades para o uso das tecnologias na educação brasileira.

Nesse sentido, um dos principais motivos que impedem a utilização dos meios digitais na pedagogia, é o precário acesso aos equipamentos tecnológicos, por causa da ausência de medidas governamentais. Desse modo, muitas instituições de ensino têm sua infraestrutura básica, defasada e aliando ao contexto atual de pandemia, em que o ensino a distância (EAD), fez-se necessário, por meio das plataformas digitais, é que é observado a desigualdade no acesso as tecnologias, pois segundo dados da TIC ( Tecnologias da informação e comunicação) Educação, 39% dos estudantes de escola pública não tem computador ou tablet em casa, e nas particulares, o índice é de 9%.

Ademais, cabe ressaltar que a falta de um olhar específico para a tecnologia nas políticas de formação de professores, está impossibilitando o uso de aparelhos eletrônicos na instrução pedagógica. Nesse contexto, segundo a professora Siderly Almeida – que convive o dia a dia da educação- diz que, muitos educadores ainda sentem-se inseguros e despreparados frente a tecnologias, todavia é preciso que ocorra uma mudança de consciência, e admitir que o mundo mudou.

Portanto, o Governo- Unidade do Poder Executivo Federal- deve investir mais na educação digital brasileira, através da compra de equipamentos tecnológicos necessários para o aprendizado nas escolas, como tablets, computadores, entre outros, visando o acesso dos meios digitais a todos os estudantes. Outrossim, o Ministério da Educação – responsável pela elaboração e execução da Política Nacional de Educação (PNE) – deve promover políticas públicas, através da criação de cursos de informática para os educadores, visando melhorar o uso das tecnologias pelos professores em aula. Dessa forma, ajudando a cumprir o que diz na Constituição Federal.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#65804
A Constituição Federal de 1988, prevê em seu artigo 205, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, essa igualdade embora formal, encontra-se longe do âmbito material, já que o uso de tecnologias no ensino educacional, está de forma desigual, pois segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil é o 2° pior ranking mundial em número de computadores por estudante e também sobre a conectividade das escolas, o país se encontra em 52° colocado. Nesse viés, essas estatísticas têm como base a falta de investimentos e a pouca formação docente, como impulsionador da persistência das dificuldades para o uso das tecnologias na educação brasileira.

Nesse sentido, um dos principais motivos que impedem a utilização dos meios digitais na pedagogia, é o precário acesso aos equipamentos tecnológicos, por causa da ausência de medidas governamentais. Desse modo, muitas instituições de ensino têm sua infraestrutura básica, defasada e aliando ao contexto atual de pandemia, em que o ensino a distância (EAD), fez-se necessário, por meio das plataformas digitais, é que é observado a desigualdade no acesso as tecnologias, pois segundo dados da TIC ( Tecnologias da informação e comunicação) Educação, 39% dos estudantes de escola pública não tem computador ou tablet em casa, e nas particulares, o índice é de 9%.

Ademais, cabe ressaltar que a falta de um olhar específico para a tecnologia nas políticas de formação de professores, está impossibilitando o uso de aparelhos eletrônicos na instrução pedagógica. Nesse contexto, segundo a professora Siderly Almeida – que convive o dia a dia da educação- diz que, muitos educadores ainda sentem-se inseguros e despreparados frente a tecnologias, todavia é preciso que ocorra uma mudança de consciência, e admitir que o mundo mudou.

Portanto, o Governo- Unidade do Poder Executivo Federal- deve investir mais na educação digital brasileira, através da compra de equipamentos tecnológicos necessários para o aprendizado nas escolas, como tablets, computadores, entre outros, visando o acesso dos meios digitais a todos os estudantes. Outrossim, o Ministério da Educação – responsável pela elaboração e execução da Política Nacional de Educação (PNE) – deve promover políticas públicas, através da criação de cursos de informática para os educadores, visando melhorar o uso das tecnologias pelos professores em aula. Dessa forma, ajudando a cumprir o que diz na Constituição Federal.
Doença mental

Deivid16 , Gi69

“A essência dos direitos humanos &eac[…]

vitoriaca , tá bom anjo❤

Iurymed , ei!! Claro! Posso sim. Em breve, ok[…]

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