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"Eu bebo, cê beija". Esse é um trecho da música Batom de Cereja da dupla Israel e Rodolfo, onde é possível notar a marca de oralidade do Estado de Goiás. Fato é que o Brasil possui um enorme acervo linguístico em seu território — como o citado antes. No entanto, a discriminação linguística ainda faz parte do país. Nessa conjuntura, isso configura-se como um problema de proporções especificas, em virtude da maldade e da ignorância humanas.
Diante disso, é valido salientar a crueldade do ser humano como causa do preconceito ao modo de falar das pessoas. De acordo com Hannah Arendt — grande escritora do século XX — em seu conceito "Banalização do Mal" ela defende que a crueldade do homem está enraizado no cotidiano. Dessa forma, percebe-se que o ambiente no qual o indivíduo está inserido interfere na sua forma de agir perante aos outros. Tal discurso, acarreta um desconforto aos oprimidos que, acabam mudando a sua fala somente para entrar em grupos e não se sentir excluído. Assim, é fundamental o apoio de professores para reduzir esses efeitos.
Outrossim, a partir da maldade, os indivíduos se tornam e ignorantes, e consequentemente não percebem os seus erros. Conforme Amos Alcott — pedagogo americano — "ignorar a própria ignorância é a doença dos ignorantes". Dessa maneira, isso acarreta danos psicológicos tanto para os opressores, e ainda mais para os oprimidos, deixando a sociedade em estado de anomia. Logo, urge a ação conjunta entre escolas e sociedade para resolução desse quadro deletério.
Depreende-se, portanto, que medidas são necessárias para que o impasse relacionado ao preconceito linguístico tenha um ponto final. Destarte, cabe ao Estado, por meio do Ministério da Educação(MEC) — órgão responsável pelo aprimoramento educacional — realizar eventos de captação nacional que tratem acerca desse contratempo para mitigar a problemática. Sendo assim, espera-se que a fala seja apenas objeto de comunicação, e não mais de desprezo.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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