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Na constituição brasileira - máxima carta que provém os direitos dos cidadãos - estabelece o dever do estado de garantir liberdade de imprensa e combate à violência na esfera jornalística. Entretanto, mesmo essa normativa estando na Carta Magna, não se aplica a realidade, uma vez que os desafios - violação e repressão - ainda se constitui no âmbito dessa prerrogativa no Brasil. Assim, para que esses problemas sejam cessados, há de se enfrentar a incredibilidade desse meio e o descumprimento dos direitos constitutivos.
  Nessa linha de raciocínio, uma das entraves que inviabiliza os desafios jornalístico é a crise da credibilidade imposta nesse gênero. Dessarte, a Terceira Revolução Industrial - que é o avanço de forma ampla - influenciou as massas sociais, bem como implicou para o espalhamento e criação de Fake News no contexto jornalístico. Desse modo, esse período histórico do século XX, construiu um caráter impróprio para esse meio, visto que a sistematização tecnológica se revigorou no grave problema de incredibilidade, que por sua vez, esse campo passou a sofrer por situações aplicada por essa perspectiva.
Outrossim, uma sociedade que vive com a ineficiência do estado diante as leis previstas na constituição brasileira, evidencia nos empecilhos enfrentados pelo jornalismo. Nesse sentido, o período datado do Novo Governo de Vargas, mostra a repressão da constituição imposta por ele no governo anterior, Governo Constitucional, que limita a liberdade de imprensa no bloco informacional. Desse modo, mesmo não vivendo em uma época ditadorial da República de Vargas, a sociedade atual regressou nessa violação arcaica, visto que em plena democracia social e com leis vigentes ainda há de se combater a violência e a não liberdade de imprensa. Assim, no que tange a igualdade, há resquícios de um modelo censurador nas raízes socais.
  Depreende-se, portanto, a garantia dos direitos da Lei Maior no cenário jornalístico. Para isso, a midiática, que objetiva o alcance da informação de maneira acelerada, deve incentivar as empresas de telecomunicações a criarem propagandas para falar sobre a desinformação que é gerada pela Fake News, por intermédio dos televisores, a fim de se conter a crise de credibilidade no setor do jornal, para assim os noticiários serem honestos aos receptores e esse meio ter mais segurança do que é emitido. Paralelamente, o governo federal - que objetiva o controle geral populacional - deve levar a aplicação eficiente das leis, para assim, coibir a não liberdade de imprensa e a violência imposta aos jornalistas. Só dessa maneira, o direito constitutivo será concretizado e a esfera jornalística terá confiabilidade das informações publicadas em massas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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