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A Constituição Federal de 1988, artigo 5º, diz que, independente de qualquer natureza, todos os cidadãos são iguais perante a lei. Via de regra, mesmo com a vigência deste artigo, os desafios de se conviver com a diferença vem crescendo ponderadamente. À vista disso, com os paradigmas criados no decorrer dos anos, em relação à culturas distintas, e a insuficiência governamental, é inescusável a deliberação desse impasse.
Em primeiro lugar, os paradigmas criados pela sociedade, principalmente relacionados à cultura, contribuem diretamente para o agravo dos desafios da convivência com a diferença no Brasil. Nesse viés, desde a colonização da terra tupiniquim, os povos indígenas, que já residiam aqui, foram submetidos a diversas ofensas e trabalhos escravos por serem considerados “inferiores” aos europeus. Como resultado, o corpo social brasileiro desenvolveu uma ignorância e indiferença com outros povos que não sejam os contemporâneos e/ou que não estejam encaixados no padrão de vivência atual. Entretanto, com essa temática em pauta, medidas são necessárias para resolver esse preconceito.
Outrossim, a insuficiência do Poder Estatal, no que concerne ao óbice em questão, deve ser posta em pauta. Nesse ínterim, existe um trecho da música "Ninguém = Ninguém" da banda Engenheiros do Hawaii que diz: “todos iguais mas uns mais iguais que os outros”, logo, essa crítica pode ser subentendida como igualdade de tratamento. Por certo, seria função do Estado buscar solucionar essa desigualdade de forma que haja uma visão igualitária, sem distinções, para com todos os povos, culturas e raças presentes na República Brasileira.
Urge, portanto, que indivíduos e poderes públicos cooperem para mitigar os desafios de se conviver com a diferença. Cabe aos cidadãos repudiar a inferiorização das culturas e a criação de paradigmas ofensivos presentes no território brasileiro, por meio de debates nas mídias sociais capazes de desconstruir os estereótipos de uma sociedade padronizada. Ao Ministério Público, compete promover ações judiciais contra atitudes ofensivas à diversidade. Assim, observada a ação conjunta, existirá uma sociedade tolerante e respeitosa.

---- MUITO OBRIGADA :mrgreen:
PS: se tiver algum erro de acento em alguma palavra, desconsiderem por favor! Meu PC esta com alguns problemas no teclado :(
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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