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Durante a guerra fria, conflito ideológico, militar e tecnológico entre os Estados Unidos e a União Soviética, em um mundo polarizado nos ideais socialistas e capitalistas, houve a criação de um bem primordial para o século XXI, a internet. A invenção da internet e a sua propagação mundial trouxe diversos benefícios para a sociedade contemporânea, dentre eles, o advento da telemedicina, possibilitando o atendimento e monitoramento de pacientes remotamente.Entretanto, a implementação da telemedicina no Brasil ainda é um impasse, visto que muitos pacientes não possuem acesso à internet e os médicos não dispõem das tecnologias necessárias para o atendimento.
Sob esse viés, o escasso alcance a rede de wi-fi, impossibilita o atendimento médico remoto. Segundo dados do IBGE, cerca de 46 milhões de brasileiros não possuem conexão de rede sem fio, a falta de conectividade em lugares distantes e em vulnerabilidade socioeconômica, incapacita a assistência médica. Pois, além do atendimento presencial ser pouco ou quase inexistente nesses lugares, a telessaúde que poderia ser uma solução viável nesses casos, também não chega a esse público, transformando a implementação do atendimento remoto um impasse na sociedade tupiniquim.
Ademais, a ausência de equipamentos contribui para a falta de inclusão desse serviço no país. Apesar da criação do consultório virtual, telesus, muitos hospitais públicos e postos de saúde não contam com aparelhos que permitem realizar consultas à distância com segurança e precisão, tornando a relação médico-paciente insuficiente e impossibilitando um diagnóstico preciso, resultando em um atendimento remoto falho. Assim, tornando a democratização da saúde, mas também a implantação da telemedicina em uma utopia inalcançável.
Portanto, a falta de acesso à rede e a insuficiência de equipamentos contribuem para os desafios de implementar a telemedicina no país. Assim, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da ciência, tecnologia, inovação e comunicação, devem investir em tecnologias que contribuam para a melhoria do atendimento médico a distância, por meio de destinação de verbas para esse setor, visando a compra de tablets, câmeras de alta resolução, exames a distância e laudos digitais, a fim de que a telessaúde seja acessível e democrática. O Ministério da ciência, tecnologia, inovação e comunicação, deve também investir na implantação da internet em áreas mais vulneráveis e distantes, para tornar o acesso a telemedicina possível. Somente com essas medidas, a implantação da telemedicina não será mais um desafio para o Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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