• Avatar do usuário
  • Avatar do usuário
#70612
No livro “Diário de um detento”, o autor Jonecir, ex-detento, narrar à realidade das prisões abordando a superlotação, as precariedades e a insegurança da prisão. Em analogia à ficção, as penitenciárias brasileiras enfrentam a superlotação, pois há 622 mil detentos brasileiros para 371 mil vagas, de acordo com o Ministério da Justiça. Nesse sentido, existem vilipendiosos óbices quanto à crise penitenciaria no Brasil, haja vista a dificuldade da readaptação social, bem como a negligência estatal. Dessa forma, perscruta-se uma problemática de origem social e administrativa.
Tal questão, em primeira instância, referente à ausência da readaptação social que engendra a lotação do cárcere. Sob essa ótica, o preconceito do meio social impossibilita a readaptação do ex-presidiário na sociedade, abrindo brecha à retomada ao crime. De acordo com, a escritora Camila Gioergetti, o povo é vítima constantemente de um estigma social, que surge com a manutenção de preconceitos implementados no meio social, exemplificando-se o gerador da exclusão dos ex-detentos. Por conseguinte, ocasiona-se o aumento de reincidência de presos, promovendo a lotação do cárcere. A título de exemplo, 42,5% dos presos são reincidentes, conforme a pesquisa do site O Globo.
Outrossim, a crise do sistema prisional também é causada pela negligência estatal. Sob esse viés, negligência do dever de assistência ao detento, leva a ele viver em condições insalubres, possibilitando a origem de transmissão de doenças. Nesse âmbito, o filósofo Michel Foucault, enuncia que a condição de vida imposta na prisão põe em risco a saúde do detento, sendo culpa do Estado não fornecer saneamento básico. Consequentemente, a falta de saneamento básico, promove a transmissão de doenças. À vista disso, segundo a pesquisa do Portal Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cerca de 20% dos presos brasileiros são portadores de doenças que adquiriram na penitenciaria.
Evidencia-se, portanto, que a falta da readaptação social, jungido pela negligência estatal, torna-se a crise do sistema prisional um imbróglio a ser combatido. Isso posto, cabe ao Governo Federal, por intermédio do DEPEN, averiguarem medidas de melhorias das infraestruturas das prisões, que visando condições adequadas de saneamento básico, contribuindo para prevenção de transmissões de doenças, à similitude a Noruega que emprega ótimas condições de habitação aos presidiários. Dessarte, essas ações viabilizam-se por meio da promoção de atividades socioeducativas nas cadeias, na medida que estimular a reeducação dos detentos, a reinserção no meio social se tornar possível. Assim, objetiva-se o fornecimento de saneamento básico adequado ao cárcere brasileiro, e a ressocialização do ex-detento, diminuindo a reincidência nas prisões e contribuindo para diminuição da lotação.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 140

Você atingiu aproximadamente 70% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 100

Você atingiu aproximadamente 50% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#70617
Beatrizpf04 escreveu:No livro “Diário de um detento”, o autor Jonecir, ex-detento, narrar à realidade das prisões abordando a superlotação, as precariedades e a insegurança da prisão. Em analogia à ficção, as penitenciárias brasileiras enfrentam a superlotação, pois há 622 mil detentos brasileiros para 371 mil vagas, de acordo com o Ministério da Justiça. Nesse sentido, existem vilipendiosos óbices quanto à crise penitenciaria no Brasil, haja vista a dificuldade da readaptação social, bem como a negligência estatal. Dessa forma, perscruta-se uma problemática de origem social e administrativa.
Tal questão, em primeira instância, referente à ausência da readaptação social que engendra a lotação do cárcere. Sob essa ótica, o preconceito do meio social impossibilita a readaptação do ex-presidiário na sociedade, abrindo brecha à retomada ao crime. De acordo com, a escritora Camila Gioergetti, o povo é vítima constantemente de um estigma social, que surge com a manutenção de preconceitos implementados no meio social, exemplificando-se o gerador da exclusão dos ex-detentos. Por conseguinte, ocasiona-se o aumento de reincidência de presos, promovendo a lotação do cárcere. A título de exemplo, 42,5% dos presos são reincidentes, conforme a pesquisa do site O Globo.
Outrossim, a crise do sistema prisional também é causada pela negligência estatal. Sob esse viés, negligência do dever de assistência ao detento, leva a ele viver em condições insalubres, possibilitando a origem de transmissão de doenças. Nesse âmbito, o filósofo Michel Foucault, enuncia que a condição de vida imposta na prisão põe em risco a saúde do detento, sendo culpa do Estado não fornecer saneamento básico. Consequentemente, a falta de saneamento básico, promove a transmissão de doenças. À vista disso, segundo a pesquisa do Portal Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cerca de 20% dos presos brasileiros são portadores de doenças que adquiriram na penitenciaria.
Evidencia-se, portanto, que a falta da readaptação social, jungido pela negligência estatal, torna-se a crise do sistema prisional um imbróglio a ser combatido. Isso posto, cabe ao Governo Federal, por intermédio do DEPEN, averiguarem medidas de melhorias das infraestruturas das prisões, que visando condições adequadas de saneamento básico, contribuindo para prevenção de transmissões de doenças, à similitude a Noruega que emprega ótimas condições de habitação aos presidiários. Dessarte, essas ações viabilizam-se por meio da promoção de atividades socioeducativas nas cadeias, na medida que estimular a reeducação dos detentos, a reinserção no meio social se tornar possível. Assim, objetiva-se o fornecimento de saneamento básico adequado ao cárcere brasileiro, e a ressocialização do ex-detento, diminuindo a reincidência nas prisões e contribuindo para diminuição da lotação.
Beatrizpf04 escreveu:Boa tardeee. Espero que estejam bem.
Se puderem dar uma olhadinha na minha redação ficarei muito agradecida. Obrigada desde já! :D
@Dejvid16 @chihirukiki @geoca @Dante @Jheromagnoli @EmillyySilva
#70936
Beatrizpf04 escreveu:
Beatrizpf04 escreveu:No livro “Diário de um detento”, o autor Jonecir, ex-detento, narrar à realidade das prisões abordando a superlotação, as precariedades e a insegurança da prisão. Em analogia à ficção, as penitenciárias brasileiras enfrentam a superlotação, pois há 622 mil detentos brasileiros para 371 mil vagas, de acordo com o Ministério da Justiça. Nesse sentido, existem vilipendiosos óbices quanto à crise penitenciaria no Brasil, haja vista a dificuldade da readaptação social, bem como a negligência estatal. Dessa forma, perscruta-se uma problemática de origem social e administrativa.
Tal questão, em primeira instância, referente à ausência da readaptação social que engendra a lotação do cárcere. Sob essa ótica, o preconceito do meio social impossibilita a readaptação do ex-presidiário na sociedade, abrindo brecha à retomada ao crime. De acordo com, a escritora Camila Gioergetti, o povo é vítima constantemente de um estigma social, que surge com a manutenção de preconceitos implementados no meio social, exemplificando-se o gerador da exclusão dos ex-detentos. Por conseguinte, ocasiona-se o aumento de reincidência de presos, promovendo a lotação do cárcere. A título de exemplo, 42,5% dos presos são reincidentes, conforme a pesquisa do site O Globo.
Outrossim, a crise do sistema prisional também é causada pela negligência estatal. Sob esse viés, negligência do dever de assistência ao detento, leva a ele viver em condições insalubres, possibilitando a origem de transmissão de doenças. Nesse âmbito, o filósofo Michel Foucault, enuncia que a condição de vida imposta na prisão põe em risco a saúde do detento, sendo culpa do Estado não fornecer saneamento básico. Consequentemente, a falta de saneamento básico, promove a transmissão de doenças. À vista disso, segundo a pesquisa do Portal Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cerca de 20% dos presos brasileiros são portadores de doenças que adquiriram na penitenciaria.
Evidencia-se, portanto, que a falta da readaptação social, jungido pela negligência estatal, torna-se a crise do sistema prisional um imbróglio a ser combatido. Isso posto, cabe ao Governo Federal, por intermédio do DEPEN, averiguarem medidas de melhorias das infraestruturas das prisões, que visando condições adequadas de saneamento básico, contribuindo para prevenção de transmissões de doenças, à similitude a Noruega que emprega ótimas condições de habitação aos presidiários. Dessarte, essas ações viabilizam-se por meio da promoção de atividades socioeducativas nas cadeias, na medida que estimular a reeducação dos detentos, a reinserção no meio social se tornar possível. Assim, objetiva-se o fornecimento de saneamento básico adequado ao cárcere brasileiro, e a ressocialização do ex-detento, diminuindo a reincidência nas prisões e contribuindo para diminuição da lotação.
#71027
Oioi, tudo bem? Sou apenas estudante, então estarei apenas dando minha opinião sobre seu texto.

• azul: apresenta os critérios esperados
• vermelho: presença de algum erro
• amarelo: ajuste ou não é necessário

INTRODUÇÃO:

No livro “Diário de um detento”, o autor Jonecir, ex-detento, narra à realidade das prisões abordando a superlotação, as precariedades e a insegurança da prisão (REPERTÓRIO). Em analogia à ficção, as penitenciárias brasileiras enfrentam a superlotação, pois há 622 mil detentos brasileiros para 371 mil vagas, de acordo com o Ministério da Justiça. Nesse sentido (CONECTIVO), existem vilipendiosos óbices quanto à crise penitenciaria no Brasil (RETOMADA DO TEMA), haja vista a dificuldade da readaptação social, bem como a negligência estatal (TESE). Dessa forma, perscruta-se uma problemática de origem social e administrativa (ENCAMINHAMENTO).

<< Sua introdução apresenta oque se era esperado. PARABÉNS! Porém , o uso do dado talvez não seja necessário. Visto que, como se trata da introdução, não é o momento de comprovar algo, mas introduzir oque será tratado no decorrer do texto.>>

Tive um pouco de dificuldade para saber onde começa cada parágrafo, acredito que tenha sido um erro na digitação. Por conseguinte, tente deixar os espaços do parágrafo para que possamos localizar as partes do seu texto.

DESENVOLVIMENTO 1:

Tal questão, em primeira instância,referente à ausência da readaptação social que engendra a lotação do cárcere (tópico frasal). Sob essa ótica, o preconceito do meio social impossibilita a readaptação do ex-presidiário na sociedade, abrindo brecha à retomada ao crime. De acordo com, a escritora Camila Gioergetti, o povo é vítima constantemente de um estigma social, que surge com a manutenção de preconceitos implementados no meio social, exemplificando-se o gerador da exclusão dos ex-detentos.Por conseguinte, ocasiona-se o aumento de reincidência de presos, promovendo a lotação do cárcere . A título de exemplo, 42,5% dos presos são reincidentes, conforme a pesquisa do site O Globo.

Não tenho certeza se essa última parte faz parte desse parágrafo.

<< você apresentou o tópico frasal. Porém, o uso da palavra "referente" deixou o período totalmente confuso. Acredito que o melhor seria "refere - se". Além do mais, você apresentou 2 repertórios, porém não desenvolveu nenhum dos dois de forma produtiva. Ademais, tente fechar os parágrafos. >>

DESENVOLVIMENTO 2:

Outrossim, a crise do sistema prisional também é causada pela negligência estatal. Sob esse viés, negligência do dever de assistência ao detento, leva a ele viver em condições insalubres, possibilitando a origem de transmissão de doenças. Nesse âmbito, o filósofo Michel Foucault, enuncia que a condição de vida imposta na prisão põe em risco a saúde do detento, sendo culpa do Estado não fornecer saneamento básico. Consequentemente, a falta de saneamento básico, promove a transmissão de doenças. À vista disso, segundo a pesquisa do Portal Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cerca de 20% dos presos brasileiros são portadores de doenças que adquiriram na penitenciaria.

<< nesse parágrafo, e até aqui, percebi que está tendo uma repetição de palavras.Para não cometer mais o erro, procure por sinônimos. Novamente você apresenta dados e citações porém não desenvolve de forma persistente. Tente também, fechar os parágrafos. >>

CONCLUSÃO

Evidencia-se, portanto, que a falta da readaptação social, jungido pela negligência estatal, torna-se a crise do sistema prisional um imbróglio a ser combatido. Isso posto, cabe ao Governo Federal (AGENTE), por intermédio do DEPEN, averiguarem medidas de melhorias das infraestruturas das prisões (AÇÃO), que visando condições adequadas de saneamento básico, contribuindo para prevenção de transmissões de doenças, à similitude a Noruega que emprega ótimas condições de habitação aos presidiários. Dessarte, essas ações viabilizam-se por meio da promoção de atividades (MEIO) socioeducativas nas cadeias, na medida que estimular a reeducação dos detentos (DETALHAMENTO), a reinserção no meio social se tornar possível. Assim, objetiva-se o fornecimento de saneamento básico adequado ao cárcere brasileiro, e a ressocialização do ex-detento, diminuindo a reincidência nas prisões e contribuindo para diminuição da lotação(EFEITO).

<< eu tenho meus problemas com a conclusão, então essa não seria a melhor parte da minha análise hheeh. Mas ao meu ver está tudo certo! Os erros encontrado nele, são os mesmos que no decorrer do seu texto. Porém, um ponto a ressaltar é que, ao usar siglas demonstre o significado delas. >>

Acho que é isso! Procure por sinônimos; estude um pouco mais a estrutura do texto cobrado pelo enem, fechamentos por exemplo; tome cuidado com o emprego de algumas palavras, elas podem tornar seu texto um pouco confuso caso empregadas de forma errada; e leia outras redações para desenvolver mais sua argumentação.

É isto! Espero ter lhe ajudado de alguma forma. Beijão :)

Segundo Leandro Karnal, "uma das principais c[…]

No século XX o assédio já exi[…]

Embora muitas pessoas vangloriam só o cinem[…]

Bom dia/tarde/noite, sou novo aqui na plataforma e[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM