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A Constituição Federal de 1988 -norma Jurídica mais importante do país- garante o acesso à saúde. No entanto, na atual realidade brasileira não há o cumprimento dessa norma, principalmente no que diz respeito ao uso de medicamentos estimulantes entre os jovens brasileiros. A partir de uma análise desse impasse, percebe-se que ele está vinculado não só à ausência de medidas governamentais, mas também à carência de informações no sistema educacional.

É relevante abordar, primeiramente, a insuficiência de ações legislativas como um agravante do problema. conforme o Pacto Social, do contratualista Jonh Rawls, o Estado deve garantir os direitos imprescindíveis, dentre eles, à saúde. Entretanto, é evidente o rompimento de contrato, visto que não há assistência pública para o uso devido de remédios estimulantes. Assim, o combate ao uso inapropriado de medicamentos que aumentam a capacidade cognitiva é inviável, Já que, com a falta de apoio estatal, seu uso é mais recorrente.

Outrossim, vale ressaltar a falta de informação da sociedade brasileira como um catalisador da problemática. Nessa lógica, consoante o educador brasileiro, Rubem Alves, as escolas podem ser comparadas a asas ou a gaiolas, ou seja, podem proporcionar voos ou condições de alienação. Seguindo essa lógica, as escolas funcionam como gaiolas, visto que, na maior parte das vezes, o êxito nas atividades acadêmicas é a principal forma de obter reconhecimento social. Logo, a utilização de remédios -que auxiliam em um melhor desempenho cognitivo- são mais requisitados pelos jovens.

Fica evidente, portanto, que o uso de medicamentos estimulantes entre os jovens é um entrave que precisa ser solucionado. Para que isso ocorra, o Ministério da Saúde, em conjunto com o Ministério da Educação, deve propor a criação de um programa “Estimulantes na Atualidade”, por meio de um projeto de lei entrega à Câmara dos Deputados, a fim de informar os jovens das reais causas e consequências do uso de medicamentos estimulantes de forma indevida. Tal programa será lecionado por uma equipe de psicólogos e psicanalistas em instituições públicas e privadas. Dessa forma, os brasileiros verão o futuro garantido pela constituição como realidade próxima.

:D
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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