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Muito se tem discutido, durante a contemporaneidade, a água diante de seus usos exagerados, a insegurança hídrica, e seus impactos para um futuro preocupante, principalmente para as populações mais pobres que são as mais afetadas. O tema possui raízes amargas no âmbito brasileiro, devido não só a dificuldade de ações efetivas de conscientização, mas também a falta de alternativas menos nocivas de uso hídrico para as indústrias e na agropecuária.

Convém ressaltar, a princípio, que as politicas publicas e ações diante da Declaração dos Direitos Humanos apresentam uma enorme falha, já que o acesso à água deve ser garantido, pois é indispensável para uma vida saúdavel e balanceada, além de evitar doenças que são causadas pelo consumo de água inapropriada que muitas vezes acaba sendo a alternativa encontrada. Essa situação, muitas vezes não é exposta ao público, portanto invisiabilizada, e as campanhas de uso consciente acabam funcionando apenas em momentos de emergência, como ocorreu na capital de São Paulo em 2014, quando as regiões que abastecem o Sistema Cantareira sofreram com uma grande seca, atingindo 8% da sua capacidade total. Inclusive, no Brasil, onde as pessoas que moram mais afastadas dos grandes centros tem que andar vários quilômetros para conseguir poucos litros de água para satisfazer as necessidades básicas de toda uma família, isso acaba sendo pouco discutido dentro da bolha urbana das capitais.

Ademais, a chamada “água invisivel”, que é a água desperdiçada durante produções industriais ou a água usada nas atividades agropecúarias, que não é reconhecida diante do produto ou serviço pronto, como por exemplo, no gráfico disposto pelo “Conteúdos Educar”, onde diz que para fabricar 1 quilo de manteiga são necessários 18 mil litros de água ou para produzir 1 quilo de carne de boi, onde são utilizados 17.100 litros de água potável.

Sendo assim, a responsabilidade governamentais de garantir o direito do cidadão à água potável, podem ser efetivadas com adaptações na distribuição da água de rios para a população que mais precisa, juntamente com estações de tratamento e campanhas sobre racionamento, demonstrando a urgência do controle da situação e apresentando a importância da água para a subsistência do ser humano.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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