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#50459
O coronavírus é o vírus causador da COVID-19, doença infecciosa de caráter clínico que pode se apresentar de forma sintomática ou assintomática. Na forma mais grave da doença, os pacientes apresentam quadros de dificuldade respiratória, podendo necessitar de suporte de oxigênio. Além disso, outros sintomas podem estar associados ao contágio, como febre, fadiga e tosse seca. Em 2020 a doença atingiu proporções mundais alarmantes e foi dado início a pandemia, onde todo o planeta necessitou mudar completamente sua forma de viver em sociedade devido ao isolamento social. O número de pessoas que vieram a óbito por conta da infecção abriu os olhos da sociedade para a real gravidade do problema.

Apesar de qualquer pessoa poder ser vítima da doença, existem alguns grupos de risco que possuem uma chance maior de, ao serem infectados, chegarem a um quadro de maior gravidade ou até mesmo à morte. Idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas estão no grupo de atenção. A relação do coronavírus com o tabagismo - doença crônica causada pela dependência da nicotina - é algo que exige atenção e disseminação. Justamente por tratar-se de uma doença respiratória que afeta diretamente os pulmões, os fumantes devem estar em alerta. O pulmão de um fumante tem uma resistência inferior em caso de uma infecção pelo coronavírus e outros tipos de infecções respiratórias, como sinusite, traqueobronquite, pneumonias e tuberculose.

O INCA - Instituto Nacional do Câncer, alerta que devido a um possível comprometimento da capacidade pulmonar, o fumante possui mais chances de desenvolver sintomas graves da COVID-19. Além disso, vale ressaltar que o contágio se dá através de gotículas respiratórias de doentes e por isso é tão importante a higienização das mãos com frequência, bem como superfícies tocadas constantemente, além de evitar tocar as mucosas da boca, nariz e olhos. Uma vez que os fumantes sempre estão colocando as mãos e até mesmo os cigarros contaminados, em contato com a boca, a possibilidade de transmissão do vírus fica maior.

Segundo Andréa Reis, da Divisão de Controle do Tabagismo, do INCA, o risco dessa transmissão ativa envolve o compartilhamento de produtos como Narguile, cigarros eletrônicos e cigarros de tabaco aquecido. Em grande parte os casos de comprometimento pulmonar, o coronavírus pode atingir de 50 a 80% do pulmão, sendo assim, uma pessoa que faz uso de cigarros frequentemente, terá mais chances de evoluir gravemente devido a complicações respiratórias, podendo chegar a óbito por conta de uma insuficiência respiratória. Pessoas que não fumam, mas moram ou convivem com fumantes, também sofrem agressões pulmonares que as tornam mais vulneráveis a infecções respiratórias e, possivelmente, às complicações da COVID-19.

Devido ao distanciamento social, o tempo passado dentro de casa aumentou significativamente. Por isso, é importante lembrar que quem fuma em casa faz com que as pessoas a sua volta e até mesmo animais também fumem. Isso significa que todos respiram as mesmas substâncias tóxicas dos derivados do tabaco, que se espalham no ambiente. Outro ponto importante é que o ato de fumar pode estimular a iniciação do Tabagismo entre crianças, adolescentes e jovens que convivam com o fumante.

Ao deixar de fumar, os benefícios à saúde são imediatos, pois após 12 a 24 horas sem fumar os pulmões já funcionarão melhor. Além de evitar aglomerações, lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool em gel, não compartilhar objetos de uso pessoal e manter ambientes bem ventilados para prevenir a disseminação do vírus, é muito importante parar de fumar. Deixar o cigarro pode reduzir o risco de desenvolver a forma mais severa da COVID-19. Largar o vício não é uma coisa fácil, mas para quem deseja-o fazer, existem canis de ajuda e tratamento que irão auxiliar e tornar essa batalha mais fácil e aumentar completamente as chances de obter uma saúde melhor.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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