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Coisa mais linda, uma série brasileira, produzida pela Netflix, retrata os reflexos escravocratas da sociedade brasileira com a personagem negra, Adélia, em episódios de discriminação racial. Ela é vista sempre como empregada e indigna de, por exemplo, utilizar-se do elevador social do prédio. Fora da ficção, é notório que no nosso país muitas pessoas passam por isso, exatamente, por ter inúmeros fatores históricos que refletem atualmente, exemplo disso é o racismo estrutural que representa um cenário nefasto, gerando extermínio do povo negro. Urge assim, a necessidade de analisar a escassez de empatia e a falta de políticas públicas como principais elementos propulsores da problemática.

Em primeiro plano, é preciso atentar-se a ausência de empatia presente na questão. A filosofia descreve a empatia como sendo um dos componentes da compaixão. Nesse sentido, desenvolver empatia é reconhecer, sem reservas ou julgamentos, o sentimento do outro. Por infelicidade, quando se fala sobre o racismo no cenário atual, nenhum dos elementos formadores da empatia são percebidos, fazendo com que a temática seja alimentada, trazendo consequências como a exclusão social, intolerância, violência e até o extermínio da população negra. Sobretudo, é inadmissível, que essa situação ainda persista no presente.

Ademais, é perceptível que a falta de ações governamentais é um fator coadjuvante do revés. Sobre isso, Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse, em um de seus discursos, que a política é serva do povo e não o contrário. Em relação a tal afirmação, nota-se uma incongruência sobre o racismo que se estruturou no país e a atuação do Estado brasileiro, uma vez que, ao contrário do que Lincoln explanou, a política atual não serve o povo com ações como, por exemplo, promover campanhas e debates sobre o assunto em questão. Desse modo, de forma infeliz, fica evidente que o povo são meros escravos dos desmandos estatais, sendo necessário, que soluções sejam tomadas para minimizar o impasse.

Portanto, o Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Cidadania, devem criar um projeto social nas escolas e universidades, ministradas por professores e psicólogos sobre a importância da empatia em relação ao racismo. Essas ações devem ser abertas a toda população e também, transmitida nas mídias sociais. Para que, assim, o respeito possa prevalecer e o país construa uma sociedade democrática. Feito isso, mesmo que a questão da falta de ações do Estado, não tenha solução imediata, o problema será minorado e a sociedade poderá usufruir de tais avanços. Com isso, as circunstâncias retratada na série, coisa mais linda, deixará de fazer sentido no presente.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Olá, Bia. A sua redação n&at[…]

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eurodrigo Obrigado pela avaliaçã[…]

oii, estou de volta pessoal!!! Gostaria que corrig[…]

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