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Desde 1550, quando teve início o tráfico negreiro de escravos para o Brasil, no qual milhões de negros africanos foram forçados a deixarem seus países e trabalharem sob péssimas condições, sujeitos a castigos físicos e sem nenhuma remuneração, os negros vivem à margem da sociedade, sendo inferiorizados e tratados de forma distinta, originando o racismo que está estruturado na sociedade até os dias de hoje. É mormente que esse preconceito seja discutido, uma vez que traz sérias consequências não só para quem sofre com ele, mas também para a população brasileira como um todo.
O artigo 5° da Constituição Federal garante que todos são iguais perante a lei, sem nenhuma distinção. No entanto, na prática, a realidade é bem diferente, tendo em vista que a sociedade brasileira foi construída sob um viés elitista e segregacionista no qual, historicamente, os negros geralmente têm mais dificuldade em conseguirem empregos, menos oportunidades e ocupam cargos profissionais com salários mais baixos, além da discriminação que ainda faz parte do seu cotidiano.
Outra face cruel da segregação racial no Brasil é o cenário preocupante da violência motivada pelo racismo. De acordo com o Altas da Violência, nos últimos anos a taxa de homicídio de pessoas negras aumentou para 75%. Em contrapartida, os registros de assassinato de pessoas brancas diminuíram em 13%, evidenciando a discrepância causada pela desigualdade racial no país.
Tendo em vista as sérias consequências que ainda podem ser causadas caso esse problema persista na sociedade, é essencial que o Governo Federal, por meio o Poder Legislativo, elabore leis mais rígidas, aumentando a punição para quem praticar atos racistas, a fim de reverter o atual cenário violento em que a população negra se encontra. Por outro lado, como disse o filósofo grego Pitágoras: "Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens". Para isso é preciso que a escola, juntamente com a família se comprometam em conscientizar as crianças desde cedo, sobre a igualdade entre todos, sem nenhuma distinção para que assim, seja possível mudar a mentalidade da sociedade e caminhar para para uma nação mais justa e igualitária.

@Ashiley
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Doença mental

Deivid16 , Gi69

“A essência dos direitos humanos &eac[…]

vitoriaca , tá bom anjo❤

Iurymed , ei!! Claro! Posso sim. Em breve, ok[…]

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