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#57859
No que diz respeito às dificuldades enfrentadas em meio a pandemia do Covid19,que a princípio, vem causando diversos óbitos em vários países, fazendo-se necessário o trancafiamento obrigatório para reprimir a propagação do vírus. Nesse contexto, não somente as doenças físicas se sobressaem, mas bem como as psicológicas, que diante de todas as dificuldades causadas pelo temor da contaminação e o isolamento social acabaram se agravando.
Certamente, o confinamento compulsório se fez necessário inicialmente para que fosse estudado o comportamento do patógeno, contudo, ao passar do tempo, a ideia acabou tornando-se inviável, de modo que as pessoas precisariam sair se suas casas para trabalhar e suprir suas necessidades, que até então, estavam praticamente impossibilitadas. Uma pesquisa do site Oxfam Brasil aponta que até 12 mil pessoas podem morrer por fome diariamente até o final de 2020 devido às consequências da pandemia.
Ademais, é válido ressaltar que o retraimento social colaborou para o aumento de várias doenças psicológicas como a ansiedade e a depressão, gerando um impacto ainda maior nos que as possuem, e possivelmente os levando a morte, como alega uma pesquisa da BBC News “Em 2020 a taxa de suicídio no Japão aumentaram pela primeira vez em 11 anos”. Isto é, as complicações geradas pela restrição social acabam por ser mais cruéis do que o próprio micro-organismo.
Em suma percebe-se o descaso do Estado em relação ao cidadão que quer trabalhar para sustentar a família, e o pânico causado em torno do patógeno que assola a população. É preciso que órgãos responsáveis tomem medidas como o isolamento seletivo, restrito apenas aos grupos de risco e protegendo os mais vulneráveis, mas acima de tudo, possibilitar que todos os saudáveis possam trabalhar, mas claro, seguindo todos os critérios e sendo cauteloso para evitar a contaminação. Responsabilizar os mais sadios ao quebrarem as regras evitando a aglomeração desnecessária para não prejudicar os outros.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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