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Por Nathy2005
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Na obra "O Cidadão de Papel", o Jornalista Gilberto Dimenstein critica o sistema de leis do Brasil, o qual possui uma boa elaboração, porém carece de efetividade, na prática.Sob esse viés, a crítica da obra sobredita se aplica no contexto nacional quanto ao preconceito linguístico, por ser uma questão a ser solucionada. Logo, é necessário medidas para solucionar o impasse, motivado pela discriminação e pela inércia midiática.
Em primeiro lugar, constata-se a banalização da sociedade como uma das causas das intolerâncias linguísticas no País. Nesse contexto, a filósofa Hannah Arendt criou a expressão "Banalidade do Mal", a qual diz respeito ao fato de que as pessoas estão normalizando as mazelas sociais, de modo a torná-las banais.Nessa ótica, tal teoria é constatada no contexto brasileiro, uma vez que parte da população começa a ficar insegura para falar em público por conta dos olhares e rejeição, o que acarretando a uma sociedade com indivíduos adultos retraídos e com isso não se expressam. Dessa forma, devido à normalização desse impasse, a problemática é agravada no meio social.
Ademais, a carência de discussões acerca da implicância linguística no Brasil é um dos motivadores do impasse. Nesse sentido, segundo o sociólogo Karl Marx, em sua teoria do "Silenciamento dos Discursos", alguns temas são omitidos na sociedade a fim de se ocultar as mazelas sociais. Sob essa perspectiva, na sociedade brasileira contemporânea, a visão do autor pode ser aplicada quanto o descaso social, podendo amenizar esse preconceito, porquanto o assunto pouco é debatido no âmbito midiático, o que acarretando a manutenção do problema nos Pais como o desemprego por não conseguir ter uma comunicação formal.Desse modo, devido à carência da visibilidade dada à questão, a problemática se mantém no Brasil.
Portanto, faz-se necessário ações para conter intolerância linguística no Brasil Para tanto, o Governo Federal, cuja função é manter a harmonia social, por meio do Ministério da Educação, fazendo palestras conscientizadoras incentivando o respeito sobre as ricas variações linguísticas e efetivar leis, a fim dos cidadãos compreendam e respeitem cada vez mais, dando espaço para essas variações. Além disso, cabe à mídia, por meio das redes sociais, a exemplo do Instagram Facebook, divulgando essa ação do Ministério da Educação e sobre essa quebra de preconceito com o fito de que a coletividade possa divulgar e assim amenizar esse preconceito. Feito isso, a realidade destoa da obra de Dimenstein.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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