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#44413
No livro "A Língua de Eulália", Marcos Bagno aborda o preconceito linguístico por meio de três jovens universitárias. Estas conhecem Eulália, uma doméstica que não estudou a língua padrão, as jovens ao perceberem tal fato discriminam a forma de falar de Eulália. De igual modo acontece atualmente, muitos são taxados de ignorantes por não conhecerem a gramática normativa, porém isso não interfere no quão sábio pode ser esta pessoa, pois segundo Paulo Freire, há vários tipos de inteligências. Assim, o preconceito linguístico é o resulto da confusão que as pessoas fazem entre a língua e a norma padrão, uma vez que estas são distintas, o desconhecimento de suas diferenças causa a discriminação das variedades linguísticas.

Em síntese, é a falta de conhecimento que promove a discriminação. Por isso, a causa do preconceito linguístico se deve a confusão que as pessoas fazem, pela falta de conhecimento, entre a língua e a gramática normativa. Nesse sentido, o linguísta Sausurre esclare que a norma padrão é a modalidade empregada nas escolas, nos textos oficiais e científicos, enquanto a língua se refere ao uso da fala em sociedade, onde cada um a utiliza de acordo com sua realidade. Perante isso, fica claro que o não conhecimento entre essas duas dicotomias resultou na discriminação linguística.

Ademais, as escolas não têm se dedicado como deveriam no combate ao preconceito linguístico, pelo contrário, esse ambiente mais se preocupa em ensinar a norma de prestígio, pois, segundo Rodolfo Ilari em "O Português da Gente", há uma longa tradição escolar que acostumou os alunos a acreditarem que falamos da mesma forma que escrevemos e que a escrita é sempre formal. No entanto, a escola deve conscientizar os discentes de que a variedade linguística existe, e por este motivo tanto a fala, como a escrita dependem de fatores como, por exemplo, a escolaridade, a região, a cultura, o contexto, entre outros. Por isso, entende -se que a escola deve abandonar tal tradição, pois ela limita o conhecimento de seus alunos e os prendem a uma uma única realidade, causando assim a discriminação de outras pelo simples fato de não a conhecerem.

Portanto, é indispensável que se busque soluções para esta problemática. Então, cabe ao sistema escolar, junto ao Ministério da Educação, possibilitar ao professor a flexibilização do seu plano de ensino, abrindo mais espaço para a variação linguística, por meio de um projeto de lei que garanta à escola o direito de realizar, com frequência, eventos como oficinas, mesas redondas, rodas de conversa e grupos de pesquisas com foco nas diferenças entre a língua e a norma padrão, mas, principalmente, focados em humanizar o olhar para estas variedades, pois não basta apenas conhecê-las, é preciso que haja empatia. Dessa forma, narrações como "A Língua de Eulália" serão cada vez menos recorrentes na sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 183

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 197

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 173

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#44472
Mendx escreveu:@Ashylley vi que você é monitora, e gostaria de uma orientação sobre o app, pois passei a usar agora. Na minha redação, em um dado momento, usei a 1° pessoa sem querer. Depois de enviar, não há como editar?
Tem sim! É só você apertar na engrenagem com um ceta para baixo acima da sua redação do lado do arroba!
#44476
GlendaMorais escreveu:
Mendx escreveu:@Ashylley vi que você é monitora, e gostaria de uma orientação sobre o app, pois passei a usar agora. Na minha redação, em um dado momento, usei a 1° pessoa sem querer. Depois de enviar, não há como editar?
Tem sim! É só você apertar na engrenagem com um ceta para baixo acima da sua redação do lado do arroba!

Muito obrigada!!
#44479
Contextualização
Apresentação do tema
Tese
Tópico Frasal
Dados
Argumentação
Arrematação da Tese
Arrematação de tese na conclusão
Elementos da proposta de intervenção
Frase de efeito
Termos coesivos
Comentários

No livro "A Língua de Eulália", Marcos Bagno aborda o preconceito linguístico por meio de três jovens universitárias. Estas conhecem Eulália, uma doméstica que não estudou a língua padrão, as jovens ao perceberem tal fato discriminam a forma de falar de Eulália. De igual modo acontece atualmente, muitos são taxados de ignorantes por não conhecerem a gramática normativa, porém isso não interfere no quão sábio pode ser esta pessoa, pois segundo Paulo Freire, há vários tipos de inteligências. Assim, o preconceito linguístico é o resulto da confusão que as pessoas fazem entre a língua e a norma padrão, uma vez que estas são distintas, o desconhecimento de suas diferenças causa a discriminação das variedades linguísticas.( Boa! Contextualiza, apresenta o tema e a tese!)

Em síntese, é a falta de conhecimento que promove a discriminação. Por isso, a causa do preconceito linguístico se deve a confusão que as pessoas fazem, pela falta de conhecimento, entre a língua e a gramática normativa. Nesse sentido, o linguísta Sausurre esclare que a norma padrão é a modalidade empregada nas escolas, nos textos oficiais e científicos, enquanto a língua se refere ao uso da fala em sociedade, onde cada um a utiliza de acordo com sua realidade. Perante isso, fica claro que o não conhecimento entre essas duas dicotomias resultou na discriminação linguística.( Nesse desenvolvimento noto que sua argumentação está rasa e superficial. Lembre-se: ela deve ser maior que o repertório, logo aprofunde melhor suas ideias. De resto tudo ook!)

Ademais, as escolas não têm se dedicado como deveriam no combate ao preconceito linguístico, pelo contrário, esse ambiente mais se preocupa em ensinar a norma de prestígio, pois, segundo Rodolfo Ilari em "O Português da Gente", há uma longa tradição escolar que acostumou os alunos a acreditarem que falamos( Não se utiliza primeira pessoa!) da mesma forma que escrevemos( Não se utiliza primeira pessoa!) e que a escrita é sempre formal. No entanto, a escola deve conscientizar os discentes de que a variedade linguística existe, e por este motivo tanto a fala, como a escrita dependem de fatores como, por exemplo, a escolaridade, a região, a cultura, o contexto, entre outros. Por isso, entende -se que a escola deve abandonar tal tradição, pois ela limita o conhecimento de seus alunos e os prendem a uma uma única realidade, causando assim a discriminação de outras pelo simples fato de não a conhecerem.( Nesse D2 eu digo o mesmo que o D1. Argumentação rasa e delimitada. Elabore melhor seus parágrafos!)

Portanto, é indispensável que se busque soluções para esta problemática. Então, cabe ao sistema escolar, junto ao Ministério da Educação,( Agente) possibilitar ao professor a flexibilização do seu plano de ensino,( Ação) abrindo mais espaço para a variação linguística, por meio de um projeto de lei(Meio) que garanta à escola o direito de realizar, com frequência, eventos como oficinas, mesas redondas, rodas de conversa e grupos de pesquisas ( Detalhamento)com foco nas diferenças entre a língua e a norma padrão, mas, principalmente, focados em humanizar o olhar para estas variedades, pois não basta apenas conhecê-las, é preciso que haja empatia.( Finalidade) Dessa forma, narrações como "A Língua de Eulália" serão cada vez menos recorrentes na sociedade brasileira.( Conclusão completa!)

Sua redação é boa, mas carece de aspectos relevantes. Estude bastante argumentação.
No mais, é só!
Espero a próxima! :D
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