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"Como uma pessoa acompanhará outra, se essas não estiverem em acordo?". Essa frase bíblia aplica-se a um fenômeno observado na sociedade brasileira do século XXI: grandes massas passaram a seguir os chamados "influenciadores digitais", visto que passam a reger suas vidas igualmente à vida daquele que é seguido. Dessa forma, essa nova profissão exige muita responsabilidade por parte dos produtores de conteúdo, uma vez que têm o poder de construir a concepção de mundo de seus seguidores, além de incentivar o consumismo.
A princípio, pontua-se a relevância desse grupo na consolidação da postura nacional. Na Sociologia, a família e a escola são os principais níveis de socialização, ou seja, são os mais eficazes formadores de opinião. Entretanto, com o advento das redes sociais, percebe-se que os "influencers" vêm substituindo o papel dessas instituições, já que milhões de brasileiros os contemplam e querem agir como eles. Assim, esse cenário é muito perigoso, pois não são poucos os cidadãos que disseminam ódio e preconceito em seus canais de comunicação, levando, dessa forma, muitos a pensarem semelhantemente.
Ademais, nota-se a capacidade de induzirem seu público ao consumismo. Na série "Everybody hates Chris", o personagem principal, convencido por uma publicidade, compra um perfume para sua mãe, no entanto, devido ao alto custo do original, opta por um falsificado - prejudicando a saúde da presenteada. Nesse sentido, entende-se como as marcas aproveitam-se da confiança que os seguidores têm em seu "mestre" para promover o consumo de seus produtos, criando uma necessidade irreal daquele item e levando as massas a recorrerem até mesmo à pirataria, como Chris, para satisfazer essa necessidade. Logo, os influenciadores servem como importantes "garotos-propagandas", cabendo-os serem honestos com a qualidade e utilidade das mercadorias que incentivam o uso.
Portanto, são necessárias mudanças no quadro apresentado. Para que os influenciadores digitais não exerçam o papel de promulgadores de ódio, urge que as redes como "Instagram" e "Tik ToK" criem uma organização, em cada macrorregião brasileira, de atendimento ao usuário que queira realizar uma denúncia de conteúdo desrespeitoso, havendo contato direto entre o denunciador e a instituição regional, por meio de número para ligação, efetivando, assim, a fiscalização daquilo que é publicado nesses sites. Feito isso, espera-se que a populaçao não compactue com tudo que ouvem na internet, findando o papel negativo que essa nova profissão possa ter na sociedade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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