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#46894
No mundo moderno, observa-se que mesmo com o passar dos anos, ainda existem muitos preconceitos a serem vencidos. Felizmente, o esporte vem desempenhando um papel essencial no combate a essas intolerâncias, uma vez que os atletas se mobilizam e entram na luta para ajudar a conscientizar a população, seja com ações ou contando a história de vida, como forma de estimular a diminuição de tantos preconceitos no mundo esportivo e na sociedade em geral. Diante disso, é necessário que se busquem formas de ampliar tais atos de conscientização.
A princípio, pode-se notar que a igualdade de gênero é um debate que vem ganhando força ao longo do tempo. Contudo, as desigualdades ainda se expressam no acesso desigual das mulheres ao esporte, tendo como causas o reflexo do pensamento preconceituoso enraizado na sociedade desde a antiguidade e os estereótipos vinculados a mulheres esportistas, mesmo que consigam ingressar nas modalidades que desejam, ainda enfrentam diferenças, como salários, pouca visibilidade perante a mídia e etc. Com isso, é de extrema relevância que atletas utilizem de sua influência para que possam divulgar sobre a importância da igualdade entre homens e mulheres, seja no esporte ou em outras áreas. Isso pode ser exemplificado pela ação da jogadora Marta, na Copa feminina de futebol, de 2019, na qual ela utiliza uma chuteira com o símbolo da campanha “GoEqual”, que visa a equidade de gêneros nos esportes. Deste modo, torna-se visível como tais comportamentos são essenciais no empoderamento e na conquista dos espaços pelas mulheres, haja vista que a ação da jogadora pode influenciar que atletas mais novas se encorajem a entrar no mundo do esporte, bem como a visibilidade para as mulheres nesses locais, tendo como objetivo desfazer a mentalidade machista quanto à mulher no esporte.
Apesar de atitudes como a citada acima, percebe-se que no decorrer dos anos, ainda que seja colocada uma ideia de que todos são tratados de forma igualitária, o preconceito ainda encontra-se presente no ambiente esportivo. Nesse contexto, o filme “Raça”, que decorre no período da Alemanha nazista, comandada por Adolf Hitler, que considerava negros inferiores à raça ariana, é baseado na história e nos desafios que o atleta Jesse Owens encontrou nos Jogos Olímpicos, como as ofertas para não participar e insultos sofridos dentro dos estádios por ser negro. Similarmente, fora da ficção, os atletas se deparam com uma realidade parecida com a de Jesse Owens, uma vez que recebem ataques racistas e alguns são até comparados com “macacos”. A discriminação racial, por exemplo, é apenas uma das intolerâncias expressas contra os esportistas, mesmo assim, alguns relatam as dificuldades enfrentadas ao longo da carreira como forma de motivar as pessoas a não desistirem. Sendo assim, nota-se que as consequências dessas práticas dentro do estádios, estende-se para outras áreas da sociedade, na medida que pode resultar em violências físicas e psicológicas. Dessa forma, o esporte pode contribuir para o fim do preconceito, estimulando a tolerância, o entendimento mútuo e contribuir para a igualdade.
Nessas circunstâncias, portanto, deve-se garantir a ampliação de medidas que auxiliem o esporte no combate ao preconceito, por isso, a mídia, pelo seu alto poder de persuasão, precisa promover a conscientização sobre igualdade, por intermédio de campanhas publicitárias, exibidas pelos grandes canais televisivos, a fim de fazer com que a população reflita sobre o assunto. Ademais, o Ministério do Turismo, responsável pela Secretaria Especial da Cultura, deve incentivar os atletas a contarem suas histórias, por meio da disponibilização de verbas, para que possam ser produzidos documentários, com o fito de tornar os cidadãos mais tolerantes. Somente assim, o esporte continuará desempenhando papel fundamental na luta contra tais situações.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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