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Pode a ciência florescer na ignorância humana?
A Constituição Federal de 1988 - documento jurídico mais importante do país - prevê em seu artigo 6°, o direito à educação, saúde e transporte como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, quando se observa o cenário brasileiro hodierno, percebe-se que essa garantia enfrenta entraves para ser consumada, haja visto o papel da ciência no mundo contemporâneo. Nesse contexto, configuram-se como principais causas do revés o Governo e o Ministério da Educação.
Sob uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a negligência da ciência. Nesse sentido, tal adversidade vem permeando entre a sociedade e combinado em uma série de problemas como o uso excessivo da tecnologia e a falta de conhecimento técnico. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação e a saúde, o que ,infelizmente, é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o Ministério da Educação como impulsionador da negligência no Brasil. Segundo o G1, a sociedade usa a ciência para negar a ciência. Diante de tal exposto, isso vem sendo um desafio para os brasileiros. Logo, torna-se inadmissível, que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater a negligência da ciência . Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio de debates, crie o programa “jovem mais” que aconteceria uma vez por ano, no calendário escolar, em escolas públicas e privadas. Nele, os estudantes participarão de palestras e workshops, direto com - especialistas da área da ciência e tecnologia que, além de esclarecer muitas dúvidas, despertaria e aproximaria mais “os jovens” do conhecimento necessário – a fim de que a negligência amenize. Assim, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS

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