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Dos filósofos da natureza pré-socráticos em busca da arché na Grécia Antiga, passando pelas grandes Revoluções Industriais entre os séculos XVIII e XX até os tempos atuais, o desenvolvimento científico tem se mostrado uma tendência necessária: a partir dele foi possível facilitar e promover a vida humana. Contudo, apesar de a ciência desenvolver um papel indispensável, há entraves que dificultam o seu pleno avanço e acesso na hodiernidade. Nesse viés, a difusão do novo obscurantismo e a elitização da ciência são aspectos que reforçam a sua negação.

Primeiramente, é lícito postular a tentativa de desmonte da ciência a partir de ideias e pseudoteorias que a contradizem. Em “1984” – obra de George Orwell -, o protagonista Winston Smith vive sob um regime totalitário e, em um dado momento, é torturado até se convencer de que “dois mais dois é igual a cinco”. Fora da ficção, percebe-se certa semelhança entre esse episódio e a realidade na medida em que as comprovações e os fatos científicos vêm sendo falsamente refutados com a difusão de movimentos que defendem o terraplanismo e a antivacinação que encontram, na internet, terreno fértil para se espalhar. Nesse sentido, romper com esse anacronismo conceitual é urgente haja vista os seus efeitos retroativos sobre a vida das pessoas e os seus intelectos.

Em segundo lugar, cabe mencionar a necessidade de democratização da ciência. Segundo dados da Nacional Science Foundation (NSF), em 2018, a China foi o país que mais produziu artigos científicos no mundo, fruto de investimentos maciços que tendem a colocá-la entre as grandes potências no futuro. Desse modo, fica evidente a íntima relação existente entre a produção da ciência e o avanço de uma civilização. Logo, expandir o seu alcance para fora do meio acadêmico e torná-la acessível a todos é fundamente para que, juntamente aos estímulos e aos incentivos financeiros, seja possível potencializá-la, sobretudo nos campos que tocam a Medicina e o Meio Ambiente.

Atenuar, portanto, os aspectos que negam a ciência e o seu papel no mundo contemporâneo é de suma importância. Para tal, é imperiosa uma ação da UNESCO que deverá, em parceria com as mídias sociais na internet, promover, por meio da veiculação de artigos e matérias que apresentem a veracidade dos fatos científicos, a disseminação e a democratização do conhecimento com o fito de desacelerar o avanço da onda anticientificista e descentralizar o pleno acesso à informação.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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