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A escravidão no Brasil foi um sistema cruel que existiu por mais de 300 anos e acabou deixando suas marcas. Diante disso, apesar da abolição à escravatura em 1888, o preconceito e a discriminação racial contra os negros ainda estão presentes, porém agora de modo menos evidente do que nas senzalas. Assim, mostra-se relevante pensar que ao longo dos anos o racismo sofreu mudanças a ponto enraizar-se de maneira mais sutil na sociedade, e a democracia racial teve um papel importante ao tentar disfarçar o real problema, considerando todas as raças essenciais desde que cada uma ficasse em seu devido lugar.

Primeiramente, é interessante salientar o quanto o preconceito está consolidado nos costumes atuais, isso porque foi cultivado por tantos anos que se implantou na política e na economia do país. O racismo estrutural serve de base para que muitas pessoas e instituições, inconscientemente, encarem as diferenças de oportunidade entre brancos e negros como normal. Segundo o censo de Educação Superior de 2019 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), cerca de 56,1% da população brasileira era composta por negros, entretanto apenas 7,12% dos estudantes do ensino superior se declararam pretos ou pardos.

Além disso, cabe ressaltar que a maioria dos brasileiros não se vê como racistas, e alegam não prejudicar ou promover pessoas baseados na raça. Com a publicação de Casa-grande e senzala em 1933, Gilberto Freyre foi o expoente da Democracia Racial, afirmando que o Brasil seria uma sociedade onde, em vez da discriminação e da segregação, haveria miscigenação. Esse conceito envolve uma visão errônea de convívio harmonioso entre as raças, visto que absorve e manter os negros em uma posição subordinada.

Com o objetivo de pôr fim à segregação vigente no país é dever do Ministério da Educação garantir a execução da política das cotas raciais e manter espaços para debates, para haver ascensão dessas minorias e revisão das práticas nas instituições. Ademais, o Supremo Tribunal Federal deve garantir a execução da lei 7.716/89. Essa legislação define como crime inafiançável contra qualquer ato de discriminação ou preconceito, e vêm sendo negligenciada pelo Poder Judiciário. Dess0e modo, também cabe ao Ministério da Propaganda mudar a abordagem dos meios de comunicação, promovendo a igualdade e a diversidade ao público. Segundo Nelson Mandela “Ninguém nasce odiando outra pessoa por sua cor da pele, sua origem ou sua religião. As pessoas podem aprender a odiar e, se podem aprender a odiar, pode-se ensiná-las a aprender a amar. O amor chega mais naturalmente ao coração humano que o contrário. ”
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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