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Os avanços tecnológicos da atualidade não param de chegar, trazendo inovação a todos os setores econômicos de todo o mundo. Entretanto, com a rápida e iminente automação de diversas profissões, um estudo da consultoria IDados indica que mais da metade dos brasileiros (58,1%) estão em risco de perderem seus empregos para as máquinas nos próximos dez a 20 anos, e vê-se necessário que os jovens do século 21 iniciem uma adaptação para o novo mercado de trabalho, mas existem algumas complicações no Brasil que podem causar dificuldades nesse trajeto para o futuro.
A futura dominação das máquinas sobre os cargos manuais também resultam na geração de novos empregos, que requerem algumas habilidades como o trabalho em equipe, a criatividade, o conhecimento tecnológico e a negociação. Contudo, a preparação e adaptação para o novo mercado de trabalho é, em sua maior parte, ausente do sistema de ensino brasileiro, o que acaba por deixar os estudantes atordoados com as mudanças do futuro. Esse fator, junto da dificuldade da obtenção de emprego durante o início da carreira do cidadão, deixa muitos jovens-adultos desempregados.
O período da pandêmia do vírus COVID-19 também foi responsável por desestabilizar muitos estudantes, mudando o âmbito do mercado de trabalho para um espaço novo e completamente digital durante o isolamento. Todavia, a quarentena também ressaltou a importância do conhecimento tecnológico nas indústrias e trouxe reconhecimento a práticas como o home-office, que é muito presente nas empresas mais modernas.
Com mais da metade da população já em risco de perderem seus empregos para as máquinas, deixar que a futura classe trabalhadora fique despreparada para enfrentar esses obstáculos não é uma opção viável. Desse modo, é necessária a ação do Ministério da Educação para que alterações sejam feitas dentro do sistema de ensino brasileiro, visando trazer aos estudantes uma melhor preparação para o novo mercado de trabalho. Paralelamente, as escolas devem incentivar os educandos a desenvolver habilidades essenciais para as profissões do futuro, como o trabalho em equipe e a criatividade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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