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#57601
Na obra O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, os protagonistas João Grilo e Chicó aprontam diversas travessuras, nas quais nota-se desdobramentos do jeitinho brasileiro, que consiste na capacidade do indivíduo de contornar situações calamitosas. No entanto, atualmente esse conceito ganhou um sentido negativo, uma vez que passou a ser associado a situações antiéticas e contraditórias às condutas socias. Dentre tantos fatores relacionados ao entrave, é possível destacar como persistências para a existência do jeitinho brasileiro a educação precária e a banalização da corrupção.
Em primeira análise, vale ressaltar que o ensino inconsistente no Brasil destina muito enfoque na difusão de conhecimentos sistematizados. Isso ocorre devido a necessidade de formar mão de obra para o mercado de trabalho e saciar o capitalismo vigente. Consequentemente, os valores éticos e humanos são negligenciados, favorecendo a incorporação do jeitinho brasileiro aos preceitos do indivíduos. Nesse contexto, pode-se atrelar o imperativo categórico de Immanuel Kant, segundo qual"o homem deve agir de modo que essa prática seja universal", haja vista que, ao se observar o jeitinho brasileiro, vê-se uma quebra do princípio do pensamento kantiano, uma vez que o sujeito está fortemente influenciado a praticar atos que distorcem a moral de ordem e progresso.
Além disso, através de análises históricas do país, nota-se que a corrupção atinge o Brasil desde a exploração enquanto colônia, pela Coroa Lusíada, até os tempos contemporâneos. Desse modo, o “jeitinho brasileiro" nasceu junto com a nação e perpassa de forma banal as relações sociais atualmente. Isto posto, pode-se assimilar a obra “Raizes do Brasil”, do sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, na qual desqualifica o brasileiro como “homem cordial", que possui sua essência egoísta e enfoca a superioridade da individualidade do ser sob as leis objetivas.
Portanto, é imprescindível que o Ministério da Educação promova maior disseminação de valores éticos por meio de palestras, aulas de Sociologia e debates nas escolas, para que, mesmo diante de dificuldades, o brasileiro opte pelo que é correto. Outrossim, é primordial que haja, por parte do governo, maior rigor e punição àqueles que praticam atos ilícitos, inibindo a cultura da impunidade. Desse modo, o país terá cidadãos mais conscientes, formadores de um ciclo virtuoso, capaz de alterar o cenário de banalização de crimes, constituindo um Brasil no qual o jeitinho não tenha mais uma conotação negativa.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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