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#43651
No século XX, o sambista João Baiano foi preso diversas vezes por tocar pandeiro nas ruas, essa prática era cosiderada "coisa de vagabundo" e tinha forte repressão policial, o que aniquilava a identidade cultural do povo baiano, além da discriminação que eles sofriam. Atualmente, o funk também passa por diversos preconceitos, pois muitas pessoas não veem a história cultural por trás desse ritmo musical. Assim, cabe avaliar a criminalização dos bailes funks e do funk.

Primeiramente, cabe ressaltar que a repressão policial nesses lugares tem se tornado cada vez mais comum, o que é um alarmante do problema. Em vista disso, recentemente, policiais invadiram um baile funk em Paraisópolis e deixaram 3 feridos e 9 mortos. À vista disso, percebe-se que os indivíduos presentes no local não puderam ter uma momento de lazer, pois a festa foi invadida por militares que julgaram o lugar de maneira errada, sendo essa uma visão muito passada pela mídia, de que a periferia só desenvolve festas com funk e prostituição. Logo, é necessário discutir a respeito de tal situação.

Outrossim, é importante citar que a negligência da justiça em reconhecer esse estilo musical só retarda a solução para a diferença sofrida pelos seres humanos que escutam essas músicas. Análogo a isso, em janeiro de 2017, o webdesigner Marcelo Afonso enviou ao congresso um projeto de lei que criminaliza o funk, colocando este como "indevido" e "impróprio". Dessa maneira, vê-se que as pessoas não tratam a música como uma manifestação cultural de uma classe social em determinado tempo da história, mas sim como algo "bom" ou "ruim", logo, muitos sujeitos que gostam dessas músicas são enquadrados em esteriótipos, e a justiça não se prova eficiente para desconstruir tal visão. Assim, torna-se evidente que ainda existe preconceito contra esses sons.

Portanto, medidas precisam ser tomadas para amenizar a problematização do funk. Desse modo, urge que o Ministério da Educação e Cultura crie, por meio das mídias digitais, campanhas que mostrem o poder crítico da música, a fim de apaziguar os danos sofridos pelos funkeiros. Essa ação deverá ser feita da seguinte forma: publicações sobre como o ritmo musical é capaz de repassar críticas sociais e culturas de outros povos deverão ser criadas, além de debates de como a música é uma expressão artística. Desse jeito, será possível restringir as violações direcionados ao funk.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#43709
@Jeniffeeee

CORREÇÃO:

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Os 5 elementos
Outras observações

Introdução
No século XX, o sambista João Baiano foi preso diversas vezes por tocar pandeiro nas ruas, essa prática era cosiderada considerada "coisa de vagabundo" e tinha forte repressão policial, o que aniquilava a identidade cultural do povo baiano, além da discriminação que eles sofriam. Atualmente, o funk também passa por diversos preconceitos, pois muitas pessoas não veem a história cultural por trás desse ritmo musical. Assim, cabe avaliar a criminalização dos bailes funks e do funk.
:arrow: Sua introdução está ótima, mas a expressão "coisa de vagabundo" mesmo estando entre aspas, acho que poderia haver uma melhor forma de se expressar. Além disso, senti falta da citação dos dois argumentos - sei que não é obrigatório -, mas isso mostra projeto de texto!

Desenvolvimento 1
Primeiramente, cabe ressaltar que a repressão policial nesses lugares tem se tornado cada vez mais comum, o que é um alarmante do problema. Em vista disso, recentemente, policiais invadiram um baile funk em Paraisópolis e deixaram 3 feridos e 9 mortos. À vista disso, percebe-se que os indivíduos presentes no local não puderam ter uma um momento de lazer, pois a festa foi invadida por militares que julgaram o lugar de maneira errada, sendo essa uma visão muito passada pela mídia, de que a periferia só desenvolve festas com funk e prostituição. Logo, é necessário discutir a respeito de tal situação.
:arrow: Bom desenvolvimento, mas senti falta de alguma fonte no seu repertório para legitimar!

Desenvolvimento 2
Outrossim, é importante citar que a negligência da justiça em reconhecer esse estilo musical só retarda a solução para a diferença sofrida pelos seres humanos que escutam essas músicas. Análogo a isso, em janeiro de 2017, o webdesigner Marcelo Afonso enviou ao congresso um projeto de lei que criminaliza o funk, colocando este como "indevido" e "impróprio". Dessa maneira, vê-se que as pessoas não tratam a música como uma manifestação cultural de uma classe social em determinado tempo da história, mas sim como algo "bom" ou "ruim", logo, muitos sujeitos que gostam dessas músicas são enquadrados em esteriótipos, e a justiça não se prova eficiente para desconstruir tal visão. Assim, torna-se evidente que ainda existe preconceito contra esses sons.
:arrow: Esse desenvolvimento ficou melhor que o anterior, bem argumentativo, bom uso de repertório e conectivos!

Conclusão
Portanto, medidas precisam ser tomadas para amenizar a problematização do funk. Desse modo, urge que o Ministério da Educação e Cultura (agente) crie, por meio das mídias digitais (meio/modo), campanhas que mostrem o poder crítico da música (ação), a fim de apaziguar os danos sofridos pelos funkeiros (efeito/finalidade). Essa ação deverá ser feita da seguinte forma: publicações sobre como o ritmo musical é capaz de repassar críticas sociais e culturas de outros povos deverão ser criadas, além de debates de como a música é uma expressão artística (detalhamento). Desse jeito, será possível restringir as violações direcionados ao funk.
:arrow: Sua proposta está completa e bem elaborada!

Sua redação está muito boa, só se atente mesmo em relação às observações feitas. Parabéns!
#43781
Jeniffeeee escreveu:@Ashiley
Oii, obrigada pelas observações. :D
Em relação à notícia, será que precisa de fonte? Eu não coloquei porque pensei que não seria necessário.
Não tenho certeza Jeni, fiz mesmo só uma observação. Acredito que alguém possa esclarecer mais tarde!
#43784
Olá @Jeniffeeee , farei algumas ponderações na sua redação.

INTRODUÇÃO

"No século XX, o sambista João Baiano foi preso diversas vezes por tocar pandeiro nas ruas, essa prática era cosiderada "coisa de vagabundo" e tinha forte repressão policial, o que aniquilava a identidade cultural do povo baiano, (1)além da discriminação que eles sofriam. Atualmente, o funk também passa por diversos preconceitos, pois muitas pessoas não veem a história cultural por trás desse ritmo musical. Assim, cabe avaliar a criminalização dos bailes funks e do funk."

- O encaixe dessa parte ficou confuso. Ela está complementando "essa prática tinha..." ou "aniquilava a identidade..." ? Ficou confuso.
- Apresentar os argumentos é ótimo para o projeto de texto.
- Como leitor, espero que seja abordado sobre a história cultural por trás do gênero, pois ficaria uma informação solta.

DESENVOLVIMENTOS

"Primeiramente, cabe ressaltar que a repressão policial nesses lugares tem se tornado cada vez mais comum, o que é um alarmante do problema. Em vista disso, recentemente, policiais invadiram um baile funk em Paraisópolis e deixaram 3 feridos e 9 mortos. À vista disso, (1)percebe-se que os indivíduos presentes no local não puderam ter uma momento de lazer, pois a festa foi invadida por militares que julgaram o lugar de maneira errada, sendo essa uma visão muito passada pela mídia, de que a periferia só desenvolve festas com funk e prostituição. Logo, é necessário discutir a respeito de tal situação."

- Achei que faltou complemento no repertório. A ideia transmite que os policiais invadiram sem nenhum precedente, se realmente for isso...
- O período da argumentação ficou expositivo. Principalmente nessa parte:(1).

"Outrossim, é importante citar que a negligência da justiça em reconhecer esse estilo musical só retarda a solução para a diferença sofrida pelos seres humanos que escutam essas músicas. Análogo a isso, em janeiro de 2017, o webdesigner Marcelo Afonso enviou ao congresso um projeto de lei que criminaliza o funk, colocando este como "indevido" e "impróprio". Dessa maneira, (1)vê-se que as pessoas não tratam a música como uma manifestação cultural de uma classe social em determinado tempo da história, mas sim como algo "bom" ou "ruim", logo, muitos sujeitos que gostam dessas músicas são enquadrados em esteriótipos, e a justiça não se prova eficiente para desconstruir tal visão(Como chegar a essa conclusão?). Assim, torna-se evidente que ainda existe preconceito contra esses sons."

- Um ponto confuso: o tema central do parágrafo deve ser a questão da negligência da justiça, mas para comprovar isso deveria ser apresentado se o projeto de lei foi aprovado, ou qual a autonomia do webdesigner ao enviá-lo (possui algum cargo político?).
- (1) O repertório não comprova esse ponto de vista e nem deve ser posto no senso comum. Não faça generalizações.
- Já que foi citado sobre a questão da música como uma manifestação cultural, poderia ser desenvolvida a ideia na introdução: a história cultural por trás do gênero.

CONCLUSÃO

"Portanto, medidas precisam ser tomadas para amenizar a problematização do funk. Desse modo, urge que o Ministério da Educação e Cultura (AGENTE)crie, por meio das mídias digitais(MODO/MEIO), campanhas que mostrem o poder crítico da música(AÇÃO), a fim de apaziguar os danos sofridos pelos funkeiros(FINALIDADE). Essa ação deverá ser feita da seguinte forma: publicações sobre como o ritmo musical é capaz de repassar críticas sociais (1)e culturas de outros povos deverão ser criadas, além de debates de como a música é uma expressão artística(DETALHAMENTO). Desse jeito, será possível restringir as violações direcionados ao funk."

- (1) A forma como essa parte foi encaixada ficou confusa.
- No mais, a sua conclusão está completa.

Parabéns pelo texto, poucas observações a serem revistas.

Não sou nenhum profissional, mas espero poder ajudar de alguma forma. Continue escrevendo, esse é o caminho para a evolução.

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