Envie sua redação para correção!
Regras do fórum: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
🚫 Postar a mesma redação = ban (não avisarei mais) 🚫
🚫 Não coloque avisos como "corrijam minha redação" na parte do tema 🚫
  • Avatar do usuário
  • Avatar do usuário
#60062
No livro " A Cor Púrpura" de Alice Walker, narra a história de Celie, uma adolescente negra, que sofre violência sexual e psicológica do seu padrasto, e do seu marido, pois segundo eles mulheres não podem ter autonomia sexual e intelectual. Embora a obra seja contextualizada no período pós-colonial estadunidense, a fanatismo masculino, assemelha-se ao Estado brasileiro, visto que ele nega os direitos reprodutivos das mulheres. Desse modo, possibilita a criação de clínicas clandestinas e elitiza o aborto.

Em primeiro lugar, vale destacar a existência do aborto clandestino no país, tal fato expõe a saúde das brasileiras. Pois, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o aborto é quinta causa de morte materna no Brasil, em razão da criminalização da prática. Dessa forma, a falta de assistência social para essas mulheres provoca a automedicação da mesma, além de que o negacionismo do sistema de saúde, impõe a procura por clínicas ilegais que não garante a sobrevivência da paciente após o procedimento. Consequentemente, esta escolha compromete de forma momentânea ou permanente a saúde física e emocionais dessas cidadãs.

Em segundo lugar, vale ressaltar que o aborto é elitizado, pois mulheres pobres não tem acesso ao um serviço de qualidade. Esse fato, de acordo com o médico Drauzio Varella, é devido a desigualdade do Órgão de Saúde do Estado e o acesso a informação. Dessa maneira, mulheres da elite possuem acompanhamento de profissionais qualificados durante todo o processo, enquanto cidadãs de baixa renda, principalmente negras e adolescentes, não recebem nenhuma assistência social, as vezes elas tem o seu direito negado se a instituição não acreditar em seu discurso, caso seja vítima de estupro, além de terem baixa escolaridade, elas não tem acesso ou desconhecem o uso de contraceptivos. Sendo assim, evidencia-se a desigualdade presente no sistema de saúde do país.

Depreende-se, portanto, que o Ministério da Educação e Cultura deve implantar a educação sexual nas escolas, por meio da adição da temática como disciplina na Base Comum Curricular, logo é preciso que os professores sejam capacitados para ministrar a aula na série correspondente, a fim de que as crianças e adolescentes aprendam sobre seus direitos sexuais e saibam denunciá-los caso sejam violados. Por fim, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Saúde, devem legalizar o aborto, permitindo o acesso por intermédio do SUS, por conseguinte os profissionais de saúde precisam ser qualificados como também deve-se disponilizar assistência psicológica para todas as mulheres, independe de classe social, antes delas realizarem o aborto, com o propósito de diminuir os casos de abortos e a morte materna no Brasil. Assim, o sexo feminino e o feto terão os seus direitos garantidos na sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 150

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#60412
O livro " A Cor Púrpura" de Alice Walker, narra a história de Celie, uma adolescente negra, que sofre violência sexual e psicológica do seu padrasto, e < evite usar vírgula + e] do seu marido, pois segundo eles, mulheres não podem ter autonomia sexual e intelectual. Embora a obra seja contextualizada no período pós-colonial estadunidense, a fanatismo masculino, assemelha-se ao Estado brasileiro, visto que ele nega os direitos reprodutivos das mulheres. Desse modo, possibilita a criação de clínicas clandestinas e elitiza o aborto.

Em primeiro lugar, vale destacar a existência do aborto clandestino no país, tal fato expõe a saúde das brasileiras. Pois, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o aborto é quinta causa de morte materna no Brasil, em razão da criminalização da prática. Dessa forma, a falta de assistência social para essas mulheres provoca a automedicação da mesma, além de que o negacionismo do sistema de saúde, impõe a procura por clínicas ilegais que não garante a sobrevivência da paciente após o procedimento. Consequentemente, esta escolha compromete de forma momentânea ou permanente a saúde física e emocionais dessas cidadãs.

Em segundo lugar, vale ressaltar que o aborto é elitizado, pois mulheres pobres não tem acesso ao um serviço de qualidade. Esse fato, de acordo com o médico Drauzio Varella, é devido a desigualdade do Órgão de Saúde do Estado e o acesso a informação. [tente diversificar mais os conectivos, não usar conectivos parecidos > Dessa maneira, mulheres da elite possuem acompanhamento de profissionais qualificados durante todo o processo, enquanto cidadãs de baixa renda, principalmente negras e adolescentes, não recebem nenhuma assistência social, as vezes elas tem o seu direito negado se a instituição não acreditar em seu discurso, caso seja vítima de estupro, além de terem baixa escolaridade, elas não tem acesso ou desconhecem o uso de contraceptivos. Sendo assim, evidencia-se a desigualdade presente no sistema de saúde do país.

Depreende-se, portanto, [faltou arrematar o tema aqui] que o Ministério da Educação e Cultura < não é esse nome mais, é da Cidadania] deve implantar a educação sexual nas escolas, por meio da adição da temática como disciplina na Base Comum Curricular, logo é preciso que os professores sejam capacitados para ministrar a aula na série correspondente, a fim de que as crianças e adolescentes aprendam sobre seus direitos sexuais e saibam denunciá-los caso sejam violados. Por fim, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Saúde, devem legalizar o aborto, permitindo o acesso por intermédio do SUS, por conseguinte os profissionais de saúde precisam ser qualificados como também deve-se disponibilizar assistência psicológica para todas as mulheres, independe de classe social, antes delas realizarem o aborto, com o propósito de diminuir os casos de abortos e a morte materna no Brasil. Assim, o sexo feminino e o feto terão os seus direitos garantidos na sociedade brasileira.
* Acredito que a intervenção está completa

:D Segundo Paul Atson, co- fundador da Greenpeace […]

O isolamento social durante a pandemia de covid-19[…]

camis23 adorei a correção, concert[…]

No livro, "Os sete maridos de Evelyn Hugo&quo[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM