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No programa exibido na record “A Fazenda 12”, uma das participantes com borderline — transtorno mental caracterizado por humor, comportamentos e relacionamentos instáveis — que conteve surtos de raiva, tristeza, estresse, ansiedade e principalmente de bipolaridade, foi prejulgada e até atacada por isso. Seguindo esse raciocínio, é exatamente por essa causa que o estigma associado as doenças mentais é presente na sociedade brasileira. Urge, pois, uma análise da falta de orientação e da escassez de punições como principais responsáveis pela estabilidade do revés.
Em primeiro lugar, é válido reconhecer como a discriminação por pessoas com transtornos mentais é uma ocorrência atual, isso, infelizmente, é uma causa direta do individualismo. Conforme dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), mostram que 5,8% dos brasileiros sofrem de depressão, é a maior taxa da América Latina e a segunda maior das Américas, atrás apenas dos Estados Unidos. Dessa forma, a união da sociedade é essencial para garantir o bem-estar coletivo e combater a falta de empatia das pessoas relacionado a tal estigma.
Por conseguinte, nota-se uma omissão governamental. O filósofo libertário Barnett, em uma de suas análises críticas, pontua que o Estado é incapaz de obedecer às suas próprias leis, de forma a ser necessariamente ineficiente e contraditório como legislador. Dessa maneira, por mais que o governo tente atenuar o impasse impondo medidas, ainda não é suficiente para garantir o reconhecimento das pessoas com distúrbios mentais, já que a sociedade míope também alimenta uma visão eugenista e tóxica, limitando as possibilidades de manifestação do ser humano. Assim, fica explicito que os problemas ainda persistem devido ao descaso governamental.
Portanto, é fundamental que esse preconceito seja atenuado. Para isso, o Governo Federal deve implantar leis mais rigorosas, eventos de conscientização em grupo e materiais didáticos para as escolas, também poderia investir em um programa “Transtorno Não são Brincadeiras”, por meio do Ministério de Justiça e de Educação, e pela mídia, aplicando políticas e ações mais precisas e severas, para que diminua ou até mesmo para desaparecer esses pensamentos e atos preconceituosos. Somente assim, será possível solucionar o entrave e, felizmente, alcançar um equilíbrio social duradouro.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Aqui está a minha análise da sua r[…]

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