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#54574
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade somente progride quando um se mobiliza pelo problema do outro. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea brasileira é o oposto do que o ideal iluminista prega, uma vez que o estigma associado às doenças mentais é uma barreira na luta pela vida dos indivíduos que sofrem de transtornos mentais. Esse cenário antagônico é fruto tanto de negligência estatal, quanto da escassez de informações sobre as doenças psiquiátricas hodiernas.
Precipuamente, é fulcral pontuar que a problemática deriva da baixa atuação
dos setores governamentais. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é
responsável por garantir o bem-estar da população. Entretanto, é evidente que, no
Brasil, a universalização de tratamentos psiquiátricos ainda é uma quimera, visto
que as políticas públicas acerca da saúde mental são ineficientes, além de não
abrangerem regiões interioranas e periféricas - principalmente. Por conseguinte, o
que resulta desse descaso com essa parcela da população é um crescimento
contínuo de uma nação cada vez mais depressiva e uma perda econômica
considerável, já que de acordo com dados da OMS, a depressão é a maior causa de
afastamento de trabalho no mundo.
Outrossim, vale ressaltar a desinformação sobre doenças mentais como
impulsionador do problema. De acordo com o escritor George Orwell, a mídia
controla a massa. Sob essa óptica, as fontes de informação, no Brasil, não
promovem debates acerca da saúde mental e como ela é importante na sociedade
atual, consequentemente, fomentam o preconceito e rotulam os acometidos por
transtornos mentais como "frescos". Desse modo, o que provém dessa
desinformação é a banalização desses indivíduos, dificultando, assim, a interação
social e a luta pela vida e pela saúde humana.
Urge, portanto, medidas para resolver o impasse na pátria brasileira. Cabe,
então, ao Ministério da Saúde, por intermédio de programas de reabilitação
humanizada, ampliar o financiamento de tratamentos psiquiátricos, com foco em
zonas mais carentes e afastadas, a fim de garantir que os cidadãos doentes tenham
acompanhamento psicológico intensivo e possam ter suas vidas recuperadas
intrinsecamente. Ademais, em consonância com as universidades e a grande mídia,
por meio de campanhas e palestras, deve-se informar a população sobre saúde e
doenças mentais, com o fito de que estes estigmas sejam sanados na sociedade
brasileira. Assim, a concepção iluminista vingará.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#54633
Miniglossário
Desvio: problema de gramática ou de convenções de escrita.
Falha: problema de estrutura sintática.
Inadequação: problema de coesão.
Monobloco: redação constituída por um único parágrafo, configurando um bloco maciço de períodos sem qualquer organização paragráfica identificável.
Operadores argumentativos: elementos que são responsáveis pelo encadeamento dos enunciados, estruturando o texto e determinando a orientação argumentativa.
Parte embrionária: introdução, argumentação ou conclusão muito curta devido a sua pouca produção.
Sem direção: redação que apresenta informações, fatos e opiniões de forma caótica ou desconexa, isto é, um aglomerado de palavras, frases ou ideias que não se articulam entre si em defesa de um ponto de vista.
...
...
Correção da redação
Usuário(a): @pedrowlves

Tipo de correção:
(X) Detalhada
(X) Completa

Legenda:
desnecessário ou redundante
(elementos da proposta de intervenção)
erro correção
linguagem confusa
mandou bem
"melhorável"
(w): observação
repetição

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade somente progride quando um se mobiliza pelo problema do outro. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea brasileira é o oposto do que o ideal iluminista prega (1), uma vez que o estigma associado às doenças mentais é uma barreira na luta pela vida dos indivíduos que sofrem desses transtornos mentais. Esse cenário antagônico é fruto tanto de da negligência estatal, quanto da escassez de informações sobre as doenças psiquiátricas hodiernas (2). (3)
Precipuamente, é fulcral (4) pontuar que a problemática deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Entretanto, é evidente que, no Brasil, a universalização de tratamentos psiquiátricos ainda é uma quimera (5), visto que as políticas públicas acerca da saúde mental são ineficientes (6), além de não abrangerem principalmente regiões interioranas e periféricas - principalmente. Por conseguinte, o que resulta desse descaso com essa parcela da população é um crescimento contínuo de uma nação cada vez mais depressiva e uma perda econômica considerável, já que, de acordo com dados da OMS, a depressão é a maior causa de afastamento de trabalho no mundo (7). (8)
Outrossim, vale ressaltar a desinformação sobre doenças mentais como impulsionador do problema. De acordo com o escritor George Orwell, a mídia controla a massa (9). Sob essa óptica, observa-se que as fontes de informação, no Brasil, não promovem debates acerca da importância da saúde mental e como ela é importante na sociedade atual e, consequentemente, fomentam o preconceito e rotulam os acometidos por transtornos mentais como "frescos". Desse modo, o que provém dessa desinformação é a banalização do estado psicológico desses indivíduos, dificultando, assim, a interação social e a luta pela vida e pela saúde humana. (10)
Urgem, portanto, medidas para resolver o impasse na pátria brasileira. Cabe, então, ao Ministério da Saúde (agente), por intermédio de programas de reabilitação humanizada (meio), ampliar o financiamento de tratamentos psiquiátricos (ação), com foco em zonas mais carentes e afastadas (detalhamento), a fim de garantir que os cidadãos doentes tenham acompanhamento psicológico intensivo e possam ter suas vidas recuperadas intrinsecamente (finalidade) (11). Ademais, em consonância com as universidades e com a grande mídia (agente), por meio de campanhas e palestras (meio), deve-se informar a população sobre saúde e sobre doenças mentais (ação), com o fito de que estes esses estigmas sejam sanados na sociedade brasileira (finalidade). Assim (12), a concepção iluminista vingará (13).

Observações:
(1) Não recomendo que você use essa frase pronta. Para que um repertório conte pontos, é preciso que ele seja legitimado, o que não acontece nesse caso. O verbo "entende-se" torna a informação vaga e deixa o leitor sem saber de quem é esse entendimento. É de um filósofo? De um sociólogo? Não dá para saber, percebe?
Além disso, não ficou claro qual é a relação entre o pensamento citado e as ideias iluministas.
(2) Muito bem! Antecipar os seus argumentos fortalece o projeto de texto.
(3) Boa introdução!
(4) Não há nada de errado aqui, mas lembre-se: você não precisa tentar escrever como Machado de Assis para tirar 1000. Às vezes palavras mais simples são melhores do que as eruditas.
(5) Evite coloquialidades.
(6) Comprove sua afirmação. Não adianta trazer um repertório "para inglês ver", como esse do Hobbes. É preciso que haja produtividade. E veja bem: não estou dizendo que essa citação não pode ser produtiva. Pode! Mas não desse jeito. Você a usou e, logo em seguida, já disse "Entretanto...", estabelecendo uma relação de contraste. Ora, se a teoria de Hobbes não é vista na prática, o que ela acrescenta ao seu texto? Procure relacionar melhor a outra área do conhecimento à argumentação.
(7) De preferência, não adicione novas informações na última frase dos parágrafos de desenvolvimento; em vez disso, conclua seu raciocínio com um posicionamento crítico.
(8) Embora haja pequenos problemas, percebo que você argumenta bem. Seu D1 é relativamente consistente. Mandou bem!
(9) Dessa vez, você trouxe um repertório produtivo, que comprova o seu argumento. Parabéns!
(10) Argumento consistente.
(11) Proposta completa, parabéns!
(12) Não repita conectivos.
(13) Boa retomada, mas, se possível, desenvolva mais esse fechamento.

Notas:
C1 - 160
Justificativa: há poucos desvios gramaticais. Você escreve muito bem.
C2 - 200
Justificativa: há um repertório produtivo no D2 e um ótimo domínio do tipo textual.
C3 - 160
Justificativa: fortaleça o argumento do D1.
C4 - 200
Justificativa: excelente articulação.
C5 - 200
Justificativa: proposta com todos os elementos necessários.

Total - 920
Você arrasou!!! Continue praticando que o 1000 vem!!! Conte comigo para chegar lá!!!


Referências
Material de leitura dos corretores do ENEM: apostila-manual-de-leitura-dos-corretor ... 15107.html

...
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