• Avatar do usuário
#74007
Ao longo de toda história brasileira, diversos entraves foram encontrados na tentativa de desenvolvimento da nação. Dentre eles, destaca-se, devido a sua recorrência na conjuntura hodierna, o estigma associado às doenças mentais. A partir de uma análise desse panorama lamentável, percebe-se que ele está vinculado não só à ineficácia do Estado, mas também à falta de concretização das leis. Portanto, urgem intervenções estatais para solucionar esse infortúnio.
Em primeira análise, é indiscutível a ineficiência das autoridades na resolução dessa problemática, visto que ela persiste no contexto atual. Segundo ao sociólogo iluminista John Locke, esse fato configura uma quebra de contrato social, uma vez que ao revogar o "Estado de Natureza" - momento em que o homem não é obrigado a seguir as leis e tem total liberdade-" com objetivo de serem governados pelo Estado, os cidadãos esperam que este amenize as mazelas sociais e promova a igualdade de direitos todos, o que não ocorre no Brasil. Desse modo, o contrato é diariamente quebrado, pois, ainda há enorme preconceito com pessoas vítimas de doenças mentais, o que, lamentavelmente, resulta num corpo social mais segregado que se torne mais suscetível a vulnerabilidade. Logo, é inegável que esta situação apenas intensifica, porquanto o governo não age em prol dela.
Outrossim, a escassa execução das leis que asseguram a proteção das vítimas de transtornos mentais, contribui para o agravamento ao deslustre vinculado às pessoas com doenças mentais. Gilberto Dimenstein, escritor da obra "Cidadão de papel" reflete que nem sempre as leis presentes nos documentos oficiais nacionais, são cumpridas, desencadeando uma realidade em que os indivíduos são reconhecidos e aparados pelo Estado apenas no papel. Esse pensamento está vinculado a falha concertação de leis, embora nosso país possua uma das mais avançadas legislações, na qual grande parte da população brasileira está submetida. Nesse contexto, é essencial superar esses paradigmas que prejudicam diversos indivíduos.
Portanto, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos – órgão responsável por executar políticas públicas para a inclusão de grupos minoritários – promover um maior acesso ao conhecimento. Por meio de projetos sociais que incentivem a sociedade a agir para garantir a igualdade de direitos. Com a realização dessa medida, haverá um progresso em direção ao futuro mais justo e humano.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Saúde Pública no Brasil

OLÁ! Tudo bem? Espero que seu dia estej[…]

3m1ly aaah muito obrigada pela correç&ati[…]

Consumismo no Brasil

Eraldonunes eurodrigo Gi69 Anne24 Lol[…]

Jean Jaques Rosseau, filósofo iluminista, a[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM