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Com a invenção das primeiras máquinas que deram início a primeira revolução industrial, surgiu o trabalhador assalariado para auxiliá-las na produção. Na contemporaneidade, com o estabelecimento de uma nova forma de mercado -capitalismo- o trabalhador passa a ser explorado, trabalhando até o seu esgotamento físico e mental, acarretando no desenvolvimento de doenças mentais. Tais transtornos levam à exclusão social e não capacitância do indivíduo, causados pela falta de conhecimento sobre as patologias de ordem mental e descaso do estado quanto ao tratamento necessário.
Na antiguidade, o estigma era entendido como uma marca no corpo daqueles que estavam doentes e não mais serviam para o convívio social. Atualmente, ele compreende a forma excludente e marginalizadora com que determinado grupo é tratado na sociedade. Os doentes mentais são excluídos do convívio social muitas vezes pela ausência de conhecimento sobre as doenças, levando à falta de paciência, empatia e maneira de lidar com o indivíduo.
Segundo o psicólogo Rogério Giannini, militante do movimento antimanicomial e defensor dos princípios da reforma psiquiátrica, "o que causa adoecimento é o descaso". O desprezo estatal em relação às doenças mentais, levam à incapacidade do indivíduo que de certa forma não gera mais lucro para o sistema. Em março deste ano, o ministério da cidadania emitiu uma orientação para continuar as internações nas comunidades terapêuticas. Para o psicólogo, a luta antimanicomial apoia que "a cura é o tratamento em liberdade ". É importante mudarmos o território e as acessibilidades, adaptando à realidade da pessoa e também se faz necessário o contato com os familiares e a sociedade, para auxiliar no processo de reinserção social.
Com o propósito de incluir socialmente indivíduos com alguma desordem mental, o ministério da saúde em parceria com a iniciativa privada (ONGs), juntos aos estados e municípios, devem promover campanhas com a presença de médicos especialistas, sobre as patologias de desordem mental e formas de inserção de parte dos acometidos de transtornos neurológicos no mercado de trabalho. Ademais, devem proporcionar tratamentos que os retirem da condição de inutilidade, reabilitando-os e reinserindo-os na sociedade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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