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Na sociedade espartana, reconhecida pela bravura e coragem, foi marcada por uma terrível realidade, quando seus descendentes nasciam era obrigatório a perfeita condição física, porém, para aqueles que nasciam "imperfeitos", taxados como "incapazes", eram jogados do abismo. Paralelamente ao fato histórico, a sociedade brasileira faz algo parecido com os doentes mentais taxando-os e os "jogando"no abismo do esquecimento e exclusão. Faz-se de imediato debate a contraposição entre a estigmatização e a realidade dos doentes mentais, e a análise do cerne do processo, de onde iniciam, os estigmas no ambiente familiar.
Em primeiro lugar, as frases "quer chamar atenção", "isso é frescura", "é incapaz" e "isso é preguiça", são exemplos de estigmas pré-supostos sobre as pessoas com doenças mentais. Ademais, é notório que aqueles que as pronunciam não tem noção do verdadeiro por trás destas, e ainda desconhecem a profundidade das doenças, que podem causar muitos prejuízos psicológicos, até físicos. Assim, doenças como a depressão e ansiedade podem desestabilizar psico e fisicamente, causar apatia e solidão, acarretando em enormes impactos nas relações sociais do indivíduo.
Em segundo lugar, "o homem é aquilo que a educação faz dele", citado pelo filósofo Immanuel Kant, pressupõe que o homem aprendeu anteriormente tudo o que sabe e faz. A partir disso, é corrente determinar que a estigmatização é ensinada e aprendida, principalmente no período de crescimento, em especial, no ambiente familiar, onde se é ensinado a viver em comunidade. Nesse sentido e levando o pré citado no parágrafo anterior, é necessário a educação da população no seu próprio meio.
Desse modo, é entendido que a estigmatização acerca das doenças mentais é um grave problema, mas pode ser amenizado. O ministério da família em parceria com o ministério da saúde tomem medidas como campanhas de conscientização em escolas, espaços públicos e pelos meios de comunicação, de forma intuitiva à população, informar sobre o que são e como ajudar os indivíduos com doenças mentais, formando assim uma população mais solidária, de forma a minimizar a estigmatização exarcerbada.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Doença mental

Deivid16 , Gi69

“A essência dos direitos humanos &eac[…]

vitoriaca , tá bom anjo❤

Iurymed , ei!! Claro! Posso sim. Em breve, ok[…]

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