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#61020
De acordo com os dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de brasileiros que sofrem de depressão ultrapassa os onze milhões e meio hoje em dia. Estes números demonstram que o estigma associado às doenças mentais está presente de forma complexa na realidade brasileira. Diante dessa perspectiva, percebe-se a consolidação de um grave problema, em virtude da lenta mudança na mentalidade social e da falta de debates referentes ao assunto.

Convém ressaltar, a princípio, que a vagarosa mudança na mentalidade do povo brasileiro é um fator determinante para a persistência do problema. Conforme Durkheim, o fator social é a maneira coletiva de pensar. Sob essa lógica, nota-se que a questão do preconceito com os portadores de doenças mentais no Brasil é fortemente influenciada pelo pensamento coletivo, uma vez que, se as pessoas crescem inseridas em um contexto social intolerante, a tendência é adotar esse comportamento também, o que obstaculiza sua solução.

Outrossim, a falta de debates ainda é um grande impasse para a resolução problemática. O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno do estigma associado às doenças mentais, que tem sido silenciado no Brasil. Assim, sem diálogo sério e massivo sobre este problema, sua resolução é obstruída.

É evidente, portanto, que tais entraves precisam ser elucidadas. Como solução, é preciso que as escolas, em parceria com a prefeitura, promovam um espaço para rodas de conversa e debates sobre o preconceito associado aos portadores de doenças mentais no ambiente escolar. Tais eventos podem ocorrer no período extraclasse, com a presença de professores, alunos e convidados especialistas no assunto. Além disso, tais eventos devem ser abertos à comunidade, tornando os cidadãos mais atuantes na busca pela resolução. Dessa maneira, a proposição de Foucault se tornará mais amoldável à realidade brasileira atual.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

alguém, por favor, pode corrigir ?

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