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#57749
A psicologia e a psiquiatria são duas das áreas que mais crescem atualmente, visto que é cada vez maior a parcela da população com doenças mentais graves, como ansiedade, depressão, transtornos, entre outras. Nesse ínterim, os estigmas associados a essas doenças também se tornam maiores com o decorrer do tempo. Esses estigmas ocorrem devido ao egocentrismo e a falta de informações das pessoas sobre o assunto.

Em primeiro plano, é importante destacar que as pessoas que tem preconceito aos doentes mentais são extremamente egocêntricas, uma vez que acham que o povo é todo igual, porém, na realidade, cada um teve diferentes ensinamentos e presenciou realidades distintas. Em exemplo a isso, tem-se dois garotos, um que sofreu abusos quando criança, e outro que não passou por nenhum trauma ou acontecimento desse nível, logo é evidente que o primeiro garoto citado possui uma maior chance de adquirir uma depressão, por exemplo.

Em segundo plano, ressalta-se que muitos estigmas decorrem da falta de informação sobre as doenças supracitadas, em que os preconceituosos não entendem muito do assunto e se expressam de maneira equivocada. Nesse sentido, os comentários ofensivos sobre a separação de famosos nas redes sociais servem de exemplo, no qual a maioria dos malfeitores sabem muito pouco do assunto, entretanto, ainda assim, postam falas extremamente ofensivas. Dessa forma, verifica-se que parte da população, mesmo sem conhecimento sobre determinado assunto, falam o que pensam, retratando, assim, que os estigmas em relação as doenças mentais muitas das vezes precavem do desconhecimento sobre o assunto.

Destarte, observa-se que o egocentrismo e a falta de informação são alguns dos principais motivos da ocorrência dos estigmas relacionados as doenças mentais. Logo, é imperativo que o Ministério da Saúde proponha campanhas informativas, por meio de cartazes, folders e portagem nas redes sociais, a fim de reduzir as pessoas sem informação sobre o assunto, diminuindo também os estigmas. Assim, a população ficará mais informada sobre como reagir a doença e como ajudar quem a possui.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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