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#53120
Segundo a filosofia Djamila Ribeiro “Para resolver um problema é preciso tirá-lo da invisibilidade “. Nesse contexto, é nítido que na esfera atual do Brasil, muitas pessoas ainda passam por adversidades e preconceitos por apresentarem doenças mentais, isso sendo pela falta de apoio familiar e governamental ou pela exclusão social.
Nesse sentido, um dos principais fatores para esse impasse, se dá pela falta de apoio da família e do governo, uma vez que esses indivíduos que passam por transtornos, não possuem tá tas oportunidades como, emprego, dificuldade em conseguir bolsas em universidades e escolas privadas, dentre outros problemas vivenciados. Dentro desse cenário, segundo o artigo 5° da Constituição Federal do Brasil, “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, todavia, pessoas que sofrem condolências mentais e transtornos são tratados de forma diferente, seja pelos pais ou pela população. Dessa maneira, constata-se, assim, que a falta de atenção a essa questão vai de encontro à uma sociedade justa e democrática.
Por outro lado, outro fator importante a ser ressaltado para esse imbróglio, é a desigualdade e a exclusão social, haja vista que os indivíduos que sofrem com ansiedade, depressao, transtorno bipolar, dislexia, entre outras doenças têm maior dificuldade de interação social. Ademais, para o teórico educacional Lev Vygostsky, o indivíduo progride com base em suas relações e interações, no qual, difere da realidade do país, visto que torna-se desgastante a procura de aceitação diante a sociedade.
Em tese dos argumentos citados, é de suma importância decisões serem tomadas para mitigar essa problemática. Desse modo, cabe o Ministério da Educação - Instância responsável pelas políticas públicas voltadas ao tema- contratar profissionais qualificados em psicopedagogia ou estagiários, por meio da destinação de verbas necessárias para estados e municípios, no intuito de atender crianças e adolescentes que tem transtornos e doenças mentais, em que cresçam sabendo lidar com esses problemas ensinando-os com igualdade. Outrossim, cabe a sociedade ampliar seu conhecimento por intermédio de pesquisas e palestras que abrangem o assunto sobre tais adversidades, com o objetivo de acolher ainda mais pessoas que sofrem com a exclusão social. Fazendo, assim, uma sociedade justa e tornando esse problema visível.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#53125
Segundo a filósofa Djamila Ribeiro “Para resolver um problema é preciso tirá-lo da invisibilidade “. Nesse contexto, é nítido que na esfera atual do Brasil, muitas pessoas ainda passam por adversidades e preconceitos por apresentarem doenças mentais, isso sendo pela falta de apoio familiar e governamental ou pela exclusão social.
Nesse sentido, um dos principais fatores para esse impasse, se dá pela falta de apoio da família e do governo, uma vez que esses indivíduos que passam por transtornos, não possuem tantas oportunidades como, emprego, dificuldade em conseguir bolsas em universidades e escolas privadas, dentre outros problemas vivenciados. Dentro desse cenário, segundo o artigo 5° da Constituição Federal do Brasil, “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, todavia, pessoas que sofrem com doenças mentais e transtornos são tratados de forma diferente, seja pelos pais ou pela população. Dessa maneira, constata-se, assim, que a falta de atenção a essa questão vai de encontro à uma sociedade justa e democrática.
Por outro lado, outro fator importante a ser ressaltado para esse imbróglio, é a desigualdade e a exclusão social, haja vista que os indivíduos que sofrem com ansiedade, depressao, transtorno bipolar, dislexia, entre outras doenças têm maior dificuldade de interação social. Ademais, para o teórico educacional Lev Vygostsky, o indivíduo progride com base em suas relações e interações, no qual, difere da realidade do país, visto que torna-se desgastante a procura de aceitação diante a sociedade.
Em tese dos argumentos citados, é de suma importância decisões serem tomadas para mitigar essa problemática. Desse modo, cabe o Ministério da Educação - Instância responsável pelas políticas públicas voltadas ao tema- contratar profissionais qualificados em psicopedagogia ou estagiários, por meio da destinação de verbas necessárias para estados e municípios, no intuito de atender crianças e adolescentes que tem transtornos e doenças mentais, em que cresçam sabendo lidar com esses problemas ensinando-os com igualdade. Outrossim, cabe a sociedade ampliar seu conhecimento por intermédio de pesquisas e palestras que abrangem o assunto sobre tais adversidades, com o objetivo de acolher ainda mais pessoas que sofrem com a exclusão social. Fazendo, assim, uma sociedade justa e tornando esse problema visível.

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