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#52883
O livro “Flores para Algernon” retrata as dificuldades inerentes à inclusão social de pessoas que têm transtornos psicológicos, visto que sofrem preconceito. Fora da ficção, a realidade brasileira assemelha-se à obra, uma vez que as doenças mentais são estigmatizadas pela sociedade, o que é grave. Assim, entende-se que a lacuna educacional relacionada a complicações psíquicas, bem como a banalização popular associada à discriminação dos afetados por esses sofrimentos, promovem a permanência desse excludente cenário no Brasil.

É relevante abordar, primeiramente, que a ineficiente discussão escolar sobre a preocupante presença de adversidades psicológicas no mundo contemporâneo contribui para a invisibilização desse sério problema. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o homem é resultado da educação que teve. Sob esse viés, o caráter técnico educacional – fomentado pelo capitalismo – ao frequentemente priorizar a formação profissional em detrimento da abordagem de pautas humanitárias concernentes à identificação de transtornos ligados à saúde mental, como a depressão, e ao apoio às vítimas de tais dificuldades, tende a restringir a compreensão dos alunos sobre essa fundamental questão. Por conseguinte, a lamentável omissão de informações aos estudantes pode elevar o risco dessas patologias.

Ademais, a indiferença do corpo social a respeito da exclusão de pessoas cujo estado mental não é saudável intensifica a discriminação sofrida por esse grupo. Conforme o conceito de “banalidade do mal”, definido pela filósofa judia Hannah Arendt, a massificação da sociedade forma indivíduos incapazes de realizar julgamentos morais. Nesse sentido, a alienação comunitária geralmente ocasiona a passividade da população – que é agente principal para transformações coletivas – quanto à inclusão de transtornados psicologicamente, por exemplo, de modo que protestos a favor do cumprimento de direitos sociais a esses cidadãos, como o tratamento eficaz pelo sistema de saúde, raramente são realizados. Consequentemente, a inércia do povo brasileiro tende a manter estigmas tangentes aos sofrimentos psicológicos.

Portanto, cabe ao Ministério da Educação ampliar o debate sobre as doenças mentais e suas causas no cenário federal. Isso pode ser feito por meio da realização de palestras, sob a supervisão de psicólogos, em escolas públicas, que devem explicitar a importância do apoio aos prejudicados mentalmente – haja vista que podem ser afetados pela falta de diálogo, a título de exemplo – a fim de elevar a solidariedade coletiva destinada a esses doentes. Além disso, compete aos canais de televisão divulgarem a relevância da ação pública para a inserção dos sofredores psíquicos na sociedade, com o objetivo de reduzir a inatividade popular. Logo, as dificuldades associadas à adaptação de indivíduos acometidos por adversidades psicológicas, como aquelas vistas em “Flores para Algernon”, poderão diminuir.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#52903
O livro “Flores para Algernon” retrata as dificuldades inerentes à inclusão social de pessoas que têm transtornos psicológicos, visto que sofrem preconceito. Fora da ficção, a realidade brasileira assemelha-se à obra, uma vez que as doenças mentais são estigmatizadas pela sociedade, o que é grave. Assim, entende-se que a lacuna educacional relacionada a complicações psíquicas, bem como a banalização popular associada à discriminação dos afetados por esses sofrimentos, promovem a permanência desse excludente cenário no Brasil.

É relevante abordar, primeiramente, que a ineficiente discussão escolar sobre a preocupante presença de adversidades psicológicas no mundo contemporâneo contribui para a invisibilização desse sério problema. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o homem é resultado da educação que teve. Sob esse viés, o caráter técnico educacional (Show aqui. Vou dar uma complementada no seu repertório: quando você precisar falar novamente sobre esse tema da escola, pode dizer também que é a Tendência Liberal da educação, pautada no liberalismo/capitalismo de John Locke e Adam Smith. Coincidentemente, estou ouvindo uma aula sobre isso enquanto corrijo seu texto :lol: )– fomentado pelo capitalismo – ao frequentemente priorizar a formação profissional em detrimento da abordagem de pautas humanitárias concernentes à identificação de transtornos ligados à saúde mental, como a depressão, e ao apoio às vítimas de tais dificuldades, tende a restringir a compreensão dos alunos sobre essa fundamental questão. Por conseguinte, a lamentável omissão de informações aos estudantes pode elevar o risco dessas patologias. Lindo parágrafo, muitos adjetivos/advérbios, mostra sua presença no texto. Fiz essa mesma relação no meu texto (educação), mas citei Foucault e pouca capacitação dos profissionais.

Ademais, a indiferença do corpo social a respeito da exclusão de pessoas cujo estado mental não é saudável intensifica a discriminação sofrida por esse grupo. Conforme o conceito de “banalidade do mal”, definido pela filósofa judia Hannah Arendt, a massificação da sociedade forma indivíduos incapazes de realizar julgamentos morais. Nesse sentido, a alienação comunitária geralmente ocasiona a passividade da população – que é agente principal para transformações coletivas – quanto à inclusão de transtornados psicologicamente, por exemplo, de modo que protestos a favor do cumprimento de direitos sociais a esses cidadãos, como o tratamento eficaz pelo sistema de saúde, raramente são realizados. Consequentemente, a inércia do povo brasileiro tende a manter estigmas tangentes aos sofrimentos psicológicos.

Portanto, cabe ao Ministério da Educação (agente) ampliar o debate sobre as doenças mentais e suas causas no cenário federal (ação). Isso pode ser feito por meio da realização de palestras(meio/modo), sob a supervisão de psicólogos, em escolas públicas , que devem explicitar a importância do apoio aos prejudicados mentalmente – haja vista que podem ser afetados pela falta de diálogo, a título de exemplo –(detalhamento) a fim de elevar a solidariedade coletiva destinada a esses doentes (finalidade). Além disso, compete aos canais de televisão divulgarem a relevância da ação pública para a inserção dos sofredores psíquicos na sociedade, com o objetivo de reduzir a inatividade popular. Logo, as dificuldades associadas à adaptação de indivíduos acometidos por adversidades psicológicas, como aquelas vistas em “Flores para Algernon”, poderão diminuir. Retomada do repertório inicial, ótimo. E conclusão completa.

Tamanho bom, 3000 caracteres. Eu inicio olhando isso porque as redações 1000 sempre tem cerca de 2500 caracteres (eu, pelo menos, nunca vi uma menor que isso).
Agora que terminei a correção, para mim sua redação parece nota 1000 ;) :D
Se você fez o Enem domingo, esse texto vai alavancar sua média, parabéns!

O termo evasão escolar é o ato de ab[…]

Hoje em dia os brasileiros estão cada vez m[…]

Achei ótima a sua redação, mu[…]

Barão de Itacaré, um dos criadores d[…]

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