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#57045
O estigma relacionado aos deficientes físicos na nossa sociedade vem do passado. Seja por não ter o mesmo ritmo, enquanto éramos nômades, ou por não ter o corpo perfeito exigido pelos gregos, desde tempos antigos, lidamos com a existência desse preconceito. Atualmente, os deficientes físicos seguem sendo reduzidos à sua própria deficiência, e, diariamente, enfrentam dificuldades para sua vivência. Considerando isso, cabe a nós refletirmos sobre a importância do combate a esse descrédito, que desrespeita os deficientes, e lhes remete a um sentimento de incapacidade, gerando barreiras cada vez maiores.
Segundo a escritora Lau Patron, "o capacitismo é essa ideia torta de que pessoas com deficiência são inferiores às pessoas sem deficiência. São pessoas vistas como anormais, e com a necessidade de conserto, em meio a uma sociedade que, ao invés de acolher, exclui essas pessoas". O descaso da sociedade faz com que os deficientes se sintam, cada vez mais, desimportantes. A prática do capacitismo acaba gerando barreiras, e levando as pessoas, com qualquer limitação física, a se sentirem um peso no mundo em que vivem.
Infelizmente, é comum que o deficiente seja infantilizado, caracterizado como doente, visto como alguém sem a capacidade de compreender o mundo e opinar sobre ele, e impossibilitado de exercer atividades de forma independente, fazendo com que, na maioria das vezes, tenham que pedir ajuda às pessoas próximas, se submetendo à humilhação. A falta de adequações prejudica, também, sua participação na sociedade, sua convivência, e promove sua exclusão.
Diante do exposto, é dever do poder público assegurar os direitos dos deficientes, adaptando os espaços e incentivando sua participação social. Uma das soluções seria construir mais rampas de acesso ao lado de escadas, para que os cadeirantes, por exemplo, possam se locomover sozinhos. As empresas poderiam, também, ensinar seus funcionários, que lidam diretamente com os clientes, sobre como tratar os deficientes de maneira correta, por meio de palestras e treinamentos. Espera-se, com isso, uma sociedade mais conscientizada e mais acolhedora para essas pessoas, na tentativa de findar esse preconceito.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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