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#56512
A Constituição Federal de 1988 prevê a garantia a um mínimo de qualidade de vida e bem-estar social, bem como o acesso à saúde a todos cidadãos. Conquanto, tal prerrogativa não tem se retumbado na prática quando observa-se o atual panorama da saúde mental na sociedade brasileira, a qual segue sem tratamentos adequados e informações sobre o tema. Dificultando, desta forma, a universalização desses direitos fundamentais. Nessa perspectiva, é necessário analisar os aspectos tangentes à tal problemática.

Em primeiro lugar, é válido destacar as causas do crescente número de acometidos por doenças mentais. Segundo Schopenhauer, as pessoas vivem em meio a um constante sentimento de insaciedade. Isto porque, a sociedade contemporânea é movida por metas, sempre buscando atingir um padrão ideal. Nesse sentindo, o advento das redes sociais e a propagação da “vida ideal” – dentro delas – faz as pessoas se frustrarem rapidamente, seja pela impossibilidade de alcança-la ou pela pressão sofrida à partir do meio externo que as julgam e criticam, desenvolvendo assim, uma série de sintomas que saem do controle individual.

Outrossim, é importante salientar a negligência do poder público em fornecer tratamentos direcionados a esse tipo específico de doença, bem como conscientização da população sobre o tema. Pois, carecida disso, segue sem ferramentas para lidar com a situação. Como por exemplo, no documentário “Odd One Out”, de Jesy Nelson, que relata a história de uma adolescente de 16 anos que desprovida de assistência ao seu problema de depressão cometeu suicídio.

Fica evidente, portanto, que tal problemática tem cunho social e como tal necessita da ação do poder público. Para isso, é mister que o Governo Federal promova parcerias com cursos de Psicologia para disponibilizar acadêmicos para validarem seus estágios por meio do trabalho em escolas em prol de fornecer conhecimento sobre as doenças psicológicas, bem como realizar consultas de acompanhamento aos estudantes necessitados. Ademais, é dever da mídia engajar a população a quebrar o estigma de tal assunto através dos influenciadores digitais. Quiçá, assim, será possível consolidar os princípios norteadores da Carta Magna na sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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