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No livro “Sociedade do Espetáculo” do filósofo e sociólogo Guy Debord, é explicitada sua teoria de que toda a população vive sua vida como se fosse uma performance. Infelizmente a narrativa não destoa da realidade do esporte brasileiro, onde majoritariamente a categoria é simbolizada apenas por uma parcela da população que não representa de fato o ambiente esportivo no Brasil. Essa problemática reprime a ampliação do esporte como ferramenta de inclusão social.
O filme “Ela é o cara” é retratado em um espaço escolar em que, para uma garota conseguir participar dos jogos de futebol ela precisa vestir-se e comportar-se como um garoto, pois meninas não são aceitas no time. Esta ficção representa de maneira verídica o impasse da inclusão social no esporte, que é um problema presente e crescente no Brasil. Tratando-se de minorias (pessoas portadoras de deficiência física e/ou mental, pretos, mulheres) é sempre um obstáculo maior conquistar um espaço relevante no ambiente esportivo.
O Brasil vem sendo pioneiro em campanhas sociais com o objetivo de tornar o esporte uma ferramenta de inclusão social. Entretanto, há o rendimento baixo de melhorias neste quesito, o que requer ainda mais empenho do país. Além de ser adotado de forma substancial nas escolas, o esporte também precisa se tornar presente na rotina diária dos estudantes, desta forma se tornando existente na vida do indivíduo desde a primeira socialização e assim, ampliando as chances de permanência do esporte na vida destes futuros adultos.
Destarte, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Educação deve criar uma nova campanha referente a adoção do esporte, por meio de gincanas nas escolas e dinâmicas com os alunos. Nela deve constar objetivos que se harmonizem com a campanha “Atleta na Escola”, trazendo o esporte para a rotina diária dos estudantes, além do tempo dedicado nas instituições. Espera-se que desta forma o esporte como ferramenta de inclusão social tenha rendimento significativo na sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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