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Por agiosilva0
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O artigo 5° da Constituição brasileira, documento jurídico mais importante do país, prevê como inerente a todo cidadão o direito à moradia, alimentação, lazer e saúde. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase quando se analisa a situação dos moradores de rua brasileiros. Desse modo, dificultando a universalização desses direitos sociais tão importantes para todos os cidadãos. Diante dessa perspectiva, efetua-se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a falta de medidas do governo para erradicar essa vivência indigna a todo cidadão. Nesse sentido, tornando invisível cada vez mais a situação dos mesmos. Segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, essa conjuntura configura-se como violação do “Contrato Social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como moradia e alimentação. O que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de empatia da sociedade como impulsionador da exclusão social vivida por sem-tetos no Brasil. O escritor Tomás Chiaverini, em seu livro “Cama de cimento”, relata a experiência de ter se disfarçado de mendigo para analisar o comportamento da sociedade perante sua condição. Diante de tal exposto, foi testemunhado que apenas 12% da população ativa da cidade se propôs a oferecer quaisquer serviços mínimos e essenciais. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade da construção de valores empáticos no Brasil: fator imprescindível na construção de uma sociedade democrática. Para isso, é fundamental que o Estado aja por intermédio do Ministério da Habitação e do Bem-Estar Social com ONGs e programas sociais que incentivem a reintegração de modo que moradores de rua possam participar do mercado de trabalho brasileiro para seu sustento básico. Assim, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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Por agiosilva0
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#74254
agiosilva0 escreveu:O artigo 5° da Constituição brasileira, documento jurídico mais importante do país, prevê como inerente a todo cidadão o direito à moradia, alimentação, lazer e saúde. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase quando se analisa a situação dos moradores de rua brasileiros. Desse modo, dificultando a universalização desses direitos sociais tão importantes para todos os cidadãos. Diante dessa perspectiva, efetua-se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a falta de medidas do governo para erradicar essa vivência indigna a todo cidadão. Nesse sentido, tornando invisível cada vez mais a situação dos mesmos. Segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, essa conjuntura configura-se como violação do “Contrato Social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como moradia e alimentação. O que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de empatia da sociedade como impulsionador da exclusão social vivida por sem-tetos no Brasil. O escritor Tomás Chiaverini, em seu livro “Cama de cimento”, relata a experiência de ter se disfarçado de mendigo para analisar o comportamento da sociedade perante sua condição. Diante de tal exposto, foi testemunhado que apenas 12% da população ativa da cidade se propôs a oferecer quaisquer serviços mínimos e essenciais. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade da construção de valores empáticos no Brasil: fator imprescindível na construção de uma sociedade democrática. Para isso, é fundamental que o Estado aja por intermédio do Ministério da Habitação e do Bem-Estar Social com ONGs e programas sociais que incentivem a reintegração de modo que moradores de rua possam participar do mercado de trabalho brasileiro para seu sustento básico. Assim, tornar-se-á possível a construção de uma sociedade permeada pela efetivação dos elementos elencados na Magna Carta.
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