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O termo desigualdade é utilizado para acusar o desequilíbrio e desproporcionalidade em relação a diversos fatores heterogêneos, tais como educação, qualidade de vida, cultura e saneamento básico. No Brasil, é evidente a presença de uma imensa desigualdade, tendo em vista que, há uma gritante diferença entre dados relacionados às regiões brasileiras apresentados pelo IBGE e pelo IDH. Nestas questões, é perceptível uma maior discrepância relacionada à política e economia, fatores resultantes dos problemas enfrentados nas regiões, causados pela falta de incentivos fiscais nas áreas mais pobres.

Nosso país possui cinco regiões com diversificadas realidades, estejam estas ligadas à cultura, condições geográficas, e obtenção de capital. Na obra de Graciliano Ramos “Vidas Secas” é retratada a realidade brasileira na região nordeste, onde é traçada a figura do verdadeiro sertão, expondo a miséria e a seca que acometem a população ali residente, apontando a realidade de muitos moradores que estão à procura de uma condição de vida melhor. Nas regiões Norte e Nordeste fica mais evidente a desigualdade, devido aos baixos índices de IDH e PIB, resultantes da baixa qualidade de vida notada no interior e o alto índice de emigração para as regiões mais valorizadas.

A falta de interesse e de capitais do Estado direcionados especificamente para as áreas de miséria e baixo desenvolvimento, contribuem para a discrepante diferença entre as regiões brasileiras, dificultando a redução da desigualdade no território. Pode-se citar também a xenofobia que os estados do norte e nordeste estão sujeitos, ao serem categorizados, por muitos, como inferiores em tradições culturais, ligadas diretamente com a forma de falar entre outras particularidades destas regiões. Comparando tais estados a apenas locais de matagal ou lugares onde todos são miseráveis. Estas falas e ações contribuem muito para o aumento da desigualdade, e para podermos diminui-la seriam necessárias campanhas de valorização dos estados, além da boa vontade e discernimento populacional, ao retratar tais estados como inferiores e piores somente por não serem grandes centros industriais.

Com o intuito de diminuir as enormes desigualdades entre as regiões brasileiras, é dever do Estado em conjunto com os ministérios, a criação de medidas sociais e políticas públicas que visem a distribuição e a aplicação dos impostos pagos pelos cidadãos de forma justa, através de programas educacionais, acesso à saúde e segurança por meio de investimentos de forma transparente, sem desvios nem favorecimentos a certos grupos. Em suma, o esforço das esferas governamentais juntamente com ministérios (Saúde, Economia, Educação, entre outros) e as Secretárias de Estado, para a Integração de um país rico e próspero, propiciando uma equidade entre o povo.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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