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Por BiancaStudy
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#121406
No filme "Que Horas Ela Volta?", a protagonista, Val, é uma empregada doméstica nordestina que vai à São Paulo trabalhar para uma família de classe média almejando melhores condições de vida. Dentro desse contexto, evidencia-se o preconceito linguístico com a linguagem de Val e a fala mais privilegiada de seus patrões. Similarmente, fora da ficção, os fatores regionais e socioeconômicos estão relacionados ao preconceito linguístico no Brasil. Desta forma, se faz necessário o combate às condições que acarretam tal discriminação.
Durante o período colonial no Brasil, ocorreu um processo de miscigenação entre os povos que já habitavam o país, os colonos, os escravizados e os imigrantes gerando uma grande variedade linguística e seus núcleos. Por conseguinte, a manifestação da segregação linguística se dá sob o viés da hierarquia socioeconômica, onde os povos mais influentes e bem vistos têm a linguagem mais culta e, portanto, lida como melhor, enquanto grupos menos privilegiados e de menor poder econômico, sofrem com a falta de acesso ao ensino adequado e xenofobia por suas expressões, gírias e comportamentos.
Ademais, é importante ressaltar o descaso do Estado na fomentação de planos educacionais que contemplem a diversidade da língua falada efetivamente por todo território nacional. Simultaneamente, o monopólio cultural nas regiões Sul e Sudeste, contribuem para marginalização das outras zonas do país. Deste modo, suas representações linguísticas, sotaques e gírias são atreladas a manifestações de menor valor, invisibilizando sua participação na cultura brasileira.
Portanto, faz-se necessário o combate aos agentes do preconceito linguístico. Para tal, cabe ao Ministério da Educação - órgão responsável pela política nacional de ensino - promover o conhecimento acerca do tema por meio da implementação na base curricular do ensino comum o estudo sobre xenofobia e variação linguística a fim de romper os estigmas relacionados ao regionalismo da linguagem. Além disso, em conjunto, compete ao Ministério da Cultura - agente promotor do crescimento cultural - viabilizar, por todo território, exibições, palestras e feiras que abram espaço promocional da obra escrita e falada das regiões fora do eixo Sul e Sudeste para que mais brasileiros tenham acesso à variedade linguística nacional e se rompa o preconceito existente não só na ficção, mas também na realidade do país.
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COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da norma da língua escrita.
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COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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