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#57078
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo sexto, o direito a saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa restringe-se, devido ao receio associado a implementação da telemedicina no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Esse cenário incerto é fruto tanto do preconceito por uma parte da população, quanto do baixo investimento governamental na universalização desse meio de atendimento. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos.

A princípio, deve-se ressaltar a relevância do uso da telemedicina, para ampliamento da medicina, pois agiliza o atendimento ao paciente. Entretanto, em consequência à desinformação, uma parcela da sociedade ainda apresenta um viés preconceituoso perante o uso tecnológico no atendimento médico, se apegando aos meios tradicionais de interação, o que dificulta a implementação dessa nova metodologia. Segundo, o jornalista irlandês George Bernard: "O progresso é impossível sem mudança." Desse modo, faz-se mister a reformulação de tal postura populacional.

Ademais, cabe realçar, que em 2020, o Conselho Federal de Medicina (CFM), aprovou de forma temporária, o uso de modalidade de telemedicina, como auxiliar no combate à atual pandemia de SARS-CoV-2, que segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), já matou mais de 303 mil pessoas. Todavia, ainda há baixo investimento governamental na implantação de tecnologias especiais em hospitais públicos, que compõem 75% da medicina do país. De acordo com o diretor de informática e biomédica, Renato Sablatini: "É na rede pública que a telemedicina realmente vai trazer benefícios". Diante do exposto é de suma medidas para combater tal problemática.

Depreende-se, portanto, a necessidade de debate acerca da implementação da telemedicina no Brasil. Para isso, a mídia deve através de palestras e campanhas, promover o debate sobre a implementação e benefícios advindos da telemedicina, de forma a conscientizar a população. Ainda cabe ao Ministerio da Saúde, o papel de investir através de verbas públicas em tecnologias especiais nos hospitais de rede pública, de modo a melhorar o sistema de saúde. Somente assim, poderíamos ir de acordo ao progresso visado por George Bernard.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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